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	<title>Arquivo de Saúde - O Fato News</title>
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	<description>Notícias de João Monlevade e Médio Piracicaba</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Sep 2026 22:02:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Saúde - O Fato News</title>
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		<title>Hospital Margarida terá 372 cirurgias pelo SUS; veja o que já se sabe e quem poderá ser atendido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 22:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde formalizou contratos do Agora Tem Especialistas em Minas Gerais; João Monlevade terá 372 procedimentos cirúrgicos, mas ainda falta detalhar especialidades, início e critérios para convocação JOÃO MONLEVADE (MG) — O Ministério da Saúde incluiu João Monlevade na nova etapa do programa Agora Tem Especialistas e confirmou 372 cirurgias para pacientes do Sistema [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Ministério da Saúde formalizou contratos do Agora Tem Especialistas em Minas Gerais; João Monlevade terá 372 procedimentos cirúrgicos, mas ainda falta detalhar especialidades, início e critérios para convocação</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JOÃO MONLEVADE (MG)</strong> — O Ministério da Saúde incluiu João Monlevade na nova etapa do programa <strong>Agora Tem Especialistas</strong> e confirmou <strong>372 cirurgias para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS)</strong> na Associação São Vicente de Paulo, mantenedora do Hospital Margarida. A medida integra contratos que vão ampliar o atendimento especializado em Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No estado, o Ministério prevê aproximadamente <strong>205 mil procedimentos</strong>, entre consultas, exames e cirurgias, com investimento de <strong>R$ 124.730.259,47</strong>. Os contratos alcançam instituições privadas e filantrópicas de 15 municípios mineiros. João Monlevade aparece expressamente nessa relação, com 372 procedimentos cirúrgicos destinados à Associação São Vicente de Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação, entretanto, abre uma pergunta ainda mais importante para quem aguarda atendimento: <strong>quais são essas 372 cirurgias, quem poderá realizá-las e quando os pacientes começarão a ser chamados?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora, o Ministério não publicou essas respostas específicas para João Monlevade. Por isso, o <strong>O Fato News</strong> busca detalhar as especialidades, o cronograma, a abrangência regional e a forma de encaminhamento dos pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais serão as 372 cirurgias?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde confirma o número de <strong>372 cirurgias</strong>, mas não apresenta, na publicação consultada pelo O Fato News, a divisão dos procedimentos por especialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o país, o Agora Tem Especialistas contempla cirurgias de diferentes complexidades. O governo cita áreas como <strong>oftalmologia, cardiologia, ortopedia, oncologia, ginecologia e otorrinolaringologia</strong>. Entretanto, a relação nacional não permite concluir que o Hospital Margarida realizará procedimentos em todas essas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o O Fato News <strong>não atribui nenhuma dessas especialidades às 372 cirurgias de João Monlevade enquanto não houver confirmação específica</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse detalhamento é fundamental porque muda completamente o alcance da medida. Afinal, para quem aguarda uma cirurgia, saber apenas o número total de procedimentos não responde à principal dúvida: <strong>a nova contratação inclui a especialidade de que o paciente precisa?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem já está na fila poderá ser chamado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Agora Tem Especialistas tem como objetivo reduzir o tempo de espera por atendimento especializado no SUS. Para isso, o Ministério ampliou a participação de hospitais privados e filantrópicos na realização de consultas, exames e cirurgias para pacientes da rede pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a comunicação federal não explica qual fila atenderá especificamente às 372 cirurgias de João Monlevade. Além disso, ainda não informa como ocorrerá a regulação desses pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, <strong>não há base, neste momento, para orientar quem aguarda uma cirurgia a procurar diretamente o Hospital Margarida para tentar uma das 372 oportunidades</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O O Fato News busca esclarecer justamente esse ponto: quem já está na fila do SUS será convocado automaticamente? O paciente precisará atualizar algum cadastro? A Secretaria Municipal de Saúde fará o encaminhamento? Haverá regulação estadual ou regional?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas respostas terão caráter de serviço e serão incorporadas à reportagem assim que os responsáveis fornecerem as informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Paciente não deve interpretar anúncio como inscrição aberta</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação das 372 cirurgias pode gerar uma interpretação equivocada: a de que existem 372 vagas abertas para as quais o paciente pode se inscrever diretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde <strong>não informa isso</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na realidade, o programa amplia a oferta de procedimentos dentro do SUS. Portanto, o acesso deverá obedecer ao fluxo de regulação correspondente. O que ainda falta esclarecer é <strong>qual fluxo atenderá especificamente aos procedimentos contratados para João Monlevade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, até que Hospital Margarida, Município ou órgãos responsáveis apresentem orientação específica, o paciente não deve considerar o anúncio como abertura de cadastramento direto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contratos usam créditos financeiros para ampliar o SUS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério estruturou essa etapa do Agora Tem Especialistas por meio de <strong>créditos financeiros</strong>. Nesse modelo, hospitais privados e filantrópicos atendem pacientes do SUS e recebem créditos que podem usar para abater tributos federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo federal, contratos com <strong>259 instituições de 21 estados</strong> já formalizaram aproximadamente <strong>R$ 1 bilhão</strong> nesse mecanismo. Juntos, eles preveem mais de <strong>600 mil procedimentos gratuitos para pacientes do SUS</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total nacional, aproximadamente <strong>458 mil procedimentos</strong> integram as chamadas Ofertas de Cuidados Integrados (OCIs). Outros <strong>142 mil correspondem a cirurgias</strong> de diferentes níveis de complexidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As OCIs agrupam consultas, exames e diagnóstico relacionados a uma mesma especialidade. Dessa maneira, o Ministério pretende reduzir o deslocamento do paciente entre diferentes serviços até concluir a investigação e definir o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de João Monlevade, porém, a publicação federal é específica: <strong>as 372 ofertas destinadas à Associação São Vicente de Paulo correspondem a cirurgias</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Minas Gerais terá cerca de 205 mil procedimentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais ocupa posição importante nessa expansão. Os contratos somam <strong>R$ 124,73 milhões</strong> e preveem cerca de <strong>205 mil procedimentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de João Monlevade, a lista federal inclui instituições de Alfenas, Araxá, Belo Horizonte, Carangola, Caratinga, Divinópolis, Guanhães, Iturama, Jequitinhonha, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas, Teófilo Otoni e Viçosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade varia significativamente entre as cidades. Montes Claros concentra o maior volume informado, com mais de 157 mil procedimentos. Belo Horizonte aparece com mais de 25 mil. Já João Monlevade terá <strong>372 cirurgias</strong> na Associação São Vicente de Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a comparação também demonstra que o programa distribui os atendimentos de acordo com os contratos e a capacidade apresentada pelas instituições participantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Hospital Margarida já tem papel regional no SUS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Ministério vincule formalmente as 372 cirurgias a João Monlevade, outra questão precisa entrar na apuração: <strong>os procedimentos atenderão apenas moradores do município ou também pacientes de outras cidades do Médio Piracicaba?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta se justifica pelo papel regional do Hospital Margarida. O O Fato News já mostrou que a unidade atende pacientes encaminhados de diferentes municípios e integra uma rede regional de financiamento e prestação de serviços pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A contratualização de 2026, por exemplo, prevê cerca de <strong>R$ 45,6 milhões</strong> para o hospital, considerando diferentes fontes públicas. Além disso, contratos e pactuações regionais financiam serviços destinados a pacientes de municípios vizinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, contudo, <strong>não permite concluir que as 372 novas cirurgias serão distribuídas regionalmente</strong>. Essa definição depende das regras específicas da contratação e da regulação dos pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Programa já começou a chegar aos pacientes</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://ofato.news/wp-content/uploads/2026/09/image-9-1024x683.png" alt="" class="wp-image-4017" srcset="https://ofato.news/wp-content/uploads/2026/09/image-9-1024x683.png 1024w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2026/09/image-9-300x200.png 300w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2026/09/image-9-768x512.png 768w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2026/09/image-9.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Agora Tem Especialistas não está apenas na fase de contratação. Segundo o Ministério da Saúde, <strong>23 estabelecimentos do país já apresentaram produção validada</strong>, somando 6,2 mil procedimentos realizados para 7,2 mil pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses atendimentos correspondem a cerca de <strong>R$ 26 milhões em produção validada</strong>. Em Minas Gerais, instituições de Araxá, Belo Horizonte, Guanhães e Poços de Caldas já somavam mais de 1,7 mil procedimentos, com mais de R$ 2,5 milhões em produção reconhecida pelo programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado mostra que a política já produz atendimentos em Minas. Entretanto, a publicação federal não informa que as <strong>372 cirurgias de João Monlevade já começaram</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o início dos procedimentos no Hospital Margarida permanece entre as informações que precisam de confirmação local.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As 372 cirurgias representam uma oferta adicional?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é outra pergunta importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Hospital Margarida já vinha ampliando sua atuação em cirurgias eletivas e no atendimento especializado pelo SUS. O próprio O Fato News acompanha essa expansão e os investimentos destinados à instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a pauta sobre o Agora Tem Especialistas já havia aparecido no acompanhamento diário do portal antes da confirmação detalhada das 372 cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o novo anúncio federal confirma um dado objetivo: <strong>há contrato prevendo 372 cirurgias na Associação São Vicente de Paulo de João Monlevade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, ainda precisamos identificar como esse volume se relaciona com os procedimentos que o Hospital Margarida já executava. Essa informação permitirá saber qual será o acréscimo efetivo à capacidade cirúrgica disponível para os pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual será o impacto sobre a fila?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de identificar as especialidades, essa será a principal questão para fiscalização da política pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto das 372 cirurgias depende do número de pessoas que aguardam cada procedimento. Portanto, a reportagem precisa comparar <strong>fila atual, especialidades contempladas e quantidade de cirurgias contratadas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se houver, por exemplo, concentração dos procedimentos em uma área com fila elevada, será possível calcular quanto da demanda atual a nova oferta poderá absorver. Por outro lado, caso as cirurgias estejam distribuídas entre várias especialidades e municípios, o impacto será diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o O Fato News também busca os números atualizados da fila de cirurgias eletivas relacionada às especialidades que o programa atenderá.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que ainda precisa ser respondido</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio do Ministério resolve uma parte importante da apuração. Agora sabemos oficialmente que <strong>João Monlevade integra os contratos do Agora Tem Especialistas e que a Associação São Vicente de Paulo deverá ofertar 372 cirurgias para pacientes do SUS</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda faltam, entretanto, as informações que mais interferem na vida de quem espera pelo procedimento: <strong>quais cirurgias serão realizadas, quando começarão, quais filas serão atendidas, quais municípios poderão encaminhar pacientes e como ocorrerá a convocação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também falta identificar o valor correspondente especificamente às 372 cirurgias. O Ministério informa o investimento total de R$ 124,7 milhões em Minas Gerais, mas a publicação consultada não individualiza o montante referente à Associação São Vicente de Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essas respostas, será possível medir quanto a nova contratação poderá reduzir as filas de cirurgia do SUS em João Monlevade e no Médio Piracicaba.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Quantas cirurgias o Ministério confirmou para João Monlevade?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde confirmou <strong>372 cirurgias</strong> na Associação São Vicente de Paulo de João Monlevade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">As 372 cirurgias serão realizadas no Hospital Margarida?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério identifica formalmente a <strong>Associação São Vicente de Paulo de João Monlevade</strong>, mantenedora do Hospital Margarida, como instituição contratada para as 372 cirurgias. O vínculo entre a Associação e o hospital também aparece na cobertura documental já realizada pelo O Fato News.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais tipos de cirurgia serão realizados?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério não discrimina, na publicação consultada, as especialidades das 372 cirurgias de João Monlevade. Embora o programa nacional contemple áreas como oftalmologia, cardiologia, ortopedia, oncologia, ginecologia e otorrinolaringologia, <strong>não podemos atribuir essas especialidades ao Hospital Margarida sem confirmação específica</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem já aguarda cirurgia pelo SUS será chamado?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério não detalhou o fluxo específico de convocação para João Monlevade. Portanto, ainda precisamos confirmar qual fila e qual sistema de regulação selecionarão os pacientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Preciso procurar o Hospital Margarida para me cadastrar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, <strong>não existe orientação no anúncio federal para cadastramento direto no Hospital Margarida</strong> em razão das 372 cirurgias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando as cirurgias começam?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do Ministério não apresenta uma data específica para o início das 372 cirurgias em João Monlevade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes de outras cidades poderão participar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há confirmação. O Hospital Margarida exerce função regional no SUS, mas isso não permite concluir que esse contrato atenderá automaticamente pacientes de todos os municípios da região.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto será investido no Hospital Margarida?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério informa investimento de <strong>R$ 124.730.259,47 no conjunto dos contratos de Minas Gerais</strong>, porém não individualiza, na matéria oficial, o valor correspondente às 372 cirurgias de João Monlevade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia também</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hospital Margarida recebe recursos para atender a região; o que cada município pactua e o hospital consegue entregar?</strong><br><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-recursos-municipios-regiao/?utm_source=chatgpt.com">https://ofato.news/hospital-margarida-recursos-municipios-regiao/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hospital Margarida amplia investimentos e reforça papel estratégico na saúde de João Monlevade e do Médio Piracicaba</strong><br><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-amplia-investimentos-e-reforca-papel-estrategico-na-saude-de-joao-monlevade-e-do-medio-piracicaba/?utm_source=chatgpt.com">https://ofato.news/hospital-margarida-amplia-investimentos-e-reforca-papel-estrategico-na-saude-de-joao-monlevade-e-do-medio-piracicaba/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hospital Margarida enfrenta alta demanda no Pronto-Socorro e reforça estrutura para manter atendimento regional</strong><br><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-enfrenta-alta-demanda-no-pronto-socorro-e-reforca-estrutura-para-manter-atendimento-regional/?utm_source=chatgpt.com">https://ofato.news/hospital-margarida-enfrenta-alta-demanda-no-pronto-socorro-e-reforca-estrutura-para-manter-atendimento-regional/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Radar nas Redes | Tarde – Hospital Margarida recebe novo equipamento de endoscopia e colonoscopia e amplia capacidade de diagnóstico em João Monlevade</strong><br><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-tarde-hospital-margarida-recebe-novo-equipamento-de-endoscopia-e-colonoscopia-e-amplia-capacidade-de-diagnostico-em-joao-monlevade/?utm_source=chatgpt.com">https://ofato.news/radar-nas-redes-tarde-hospital-margarida-recebe-novo-equipamento-de-endoscopia-e-colonoscopia-e-amplia-capacidade-de-diagnostico-em-joao-monlevade/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Radar nas Redes | Manhã – Obras da BR-381, revitalização da Avenida Wilson Alvarenga e investimentos em saúde lideram as conversas desta sexta-feira em João Monlevade</strong><br><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-obras-da-br-381-revitalizacao-da-avenida-wilson-alvarenga-e-investimentos-em-saude-lideram-as-conversas-desta-sexta-feira-em-joao-monlevade/?utm_source=chatgpt.com">https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-obras-da-br-381-revitalizacao-da-avenida-wilson-alvarenga-e-investimentos-em-saude-lideram-as-conversas-desta-sexta-feira-em-joao-monlevade/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte primária:</strong> <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias-ms/2026/setembro/pacientes-do-sus-em-minas-gerais-serao-atendidos-por-hospitais-particulares-para-a-realizacao-de-205-mil-procedimentos?utm_source=chatgpt.com">Ministério da Saúde — Agora Tem Especialistas em Minas Gerais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Hospital Margarida recebe recursos para atender a região; o que cada município pactua e o hospital consegue entregar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 00:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atendimento pelo SUS é gratuito ao paciente, mas é financiado por recursos públicos e pactuações regionais; contratos mostram repasses de municípios vizinhos e reforçam papel regional da unidade JOÃO MONLEVADE (MG) — Quando um morador de Nova Era, Rio Piracicaba, Bela Vista de Minas ou São Domingos do Prata chega ao Hospital Margarida pelo Sistema [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Atendimento pelo SUS é gratuito ao paciente, mas é financiado por recursos públicos e pactuações regionais; contratos mostram repasses de municípios vizinhos e reforçam papel regional da unidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JOÃO MONLEVADE (MG)</strong> — Quando um morador de Nova Era, Rio Piracicaba, Bela Vista de Minas ou São Domingos do Prata chega ao Hospital Margarida pelo Sistema Único de Saúde, ele não está recebendo um serviço “de graça” no sentido de não haver financiamento. <strong>Para o paciente, o atendimento SUS é gratuito no ponto de uso. Para o sistema, porém, existe financiamento público, programação de recursos e pactuação entre municípios, Estado e União.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa distinção é essencial para compreender o papel do Hospital Margarida. A própria Prefeitura de João Monlevade informa que a contratualização de 2026 destina <strong>R$ 45.638.403,41</strong> ao hospital. Desse total, o município aportará <strong>R$ 18 milhões em recursos próprios</strong>, ou R$ 1,5 milhão por mês. O restante vem de outras fontes públicas, entre elas recursos federais e estaduais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A contratualização inclui os atendimentos de urgência e emergência do Pronto-Socorro, que recebe moradores de João Monlevade, pacientes de cidades da região e também pessoas que transitam pela BR-381.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o debate correto não é simplesmente perguntar por que pessoas de outros municípios usam o Hospital Margarida. A questão é saber <strong>quanto o sistema financia para que o hospital exerça essa função regional, quais serviços foram pactuados, qual é a participação de cada município e se o hospital consegue entregar aquilo que foi contratado</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atendimento pelo SUS é gratuito para o paciente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Hospital Margarida mantém atendimento pelo SUS e aparece no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde como unidade vinculada a incentivos da rede de urgência e emergência, incluindo <strong>Porta de Entrada Hospitalar de Urgência, enfermaria clínica de retaguarda e UTI adulta qualificada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o paciente encaminhado pela rede pública não deve pagar diretamente pelo atendimento coberto pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O hospital, porém, recebe recursos públicos para prestar esses serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Gerência Regional de Saúde de Itabira, o Hospital Margarida já tinha, em 2024, cerca de <strong>74% de seus atendimentos vinculados ao SUS</strong>. Na mesma ocasião, a regional classificou a unidade como o maior prestador de serviços hospitalares da região e destacou a intenção de ampliar sua capacidade de alta complexidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, “gratuito” descreve a relação entre o paciente e o SUS. Não significa ausência de pagamento ao prestador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a pactuação regional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais utiliza a <strong>Programação Pactuada Integrada, a PPI</strong>, para organizar parte dos recursos da média e alta complexidade do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PPI distribui recursos federais entre municípios e prestadores conforme os fluxos de atendimento definidos na rede. Esses valores custeiam produção hospitalar, ambulatorial, incentivos e serviços que um município presta para sua própria população ou para pacientes referenciados de outras localidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Estado de Saúde atualiza esses tetos periodicamente. Em 2026, por exemplo, o Estado publicou sucessivos remanejamentos da PPI ao longo do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na microrregião de João Monlevade, a pactuação passa pela estrutura regional da SES-MG, vinculada à <strong>Gerência Regional de Saúde de Itabira</strong>, e por decisões construídas na CIB Micro e em outras instâncias do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em reunião técnica promovida pela GRS Itabira, participaram gestores de <strong>Bela Vista de Minas, João Monlevade, Nova Era, Rio Piracicaba e São Domingos do Prata</strong>, justamente para discutir contratualização e organização da rede hospitalar da microrregião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a regional de Itabira não “compra” diretamente todos os atendimentos. Ela participa da organização e governança regional do SUS, enquanto os recursos chegam por diferentes mecanismos: PPI, fundos municipais, Estado, União, contratualização, programas específicos e convênios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Municípios vizinhos também repassam recursos ao Hospital Margarida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da PPI, existem <strong>convênios diretos via CISMEPI</strong> para custeio do Hospital Margarida. Documentos oficiais do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Piracicaba mostram que, em junho de 2025, quatro municípios formalizaram repasses anuais para ajudar a custear a assistência no hospital.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bela Vista de Minas</strong> pactuou <strong>R$ 10.167 por mês</strong>, totalizando <strong>R$ 122.004 por 12 meses</strong>. <strong>Nova Era</strong> pactuou <strong>R$ 12.720,82 mensais</strong>, totalizando <strong>R$ 152.649,84 no período de 12 meses</strong>. <strong>Rio Piracicaba</strong> pactuou <strong>R$ 12.500 por mês</strong>, ou <strong>R$ 150 mil em 12 meses</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São Domingos do Prata</strong> aparece com repasse mensal de <strong>R$ 8.902,50</strong> para custeio das atividades de assistência à saúde no Hospital Margarida. Entretanto, o próprio documento apresenta uma inconsistência aritmética ao registrar total de R$ 142.440 para 12 meses, valor que não corresponde à multiplicação do mensal divulgado. Por isso, o O Fato News não deve reproduzir esse total como correto sem esclarecimento do CISMEPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além desses valores, os mesmos municípios também participaram, naquele período, de um aporte específico de <strong>R$ 3 mil mensais por município</strong>, durante dois meses, para contratação de médico obstetra em plantões de sábado e domingo no Hospital Margarida. Isso demonstra que existe participação financeira regional direta, além dos recursos ordinários do SUS.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Esses valores são tudo o que cada município paga?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Esse é outro ponto que precisa ficar claro. Os valores dos convênios do CISMEPI representam <strong>uma parte do financiamento</strong>, não todo o fluxo financeiro relacionado a pacientes desses municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além deles, existem: recursos da PPI; transferências federais e estaduais; contratos ou credenciamentos específicos; programas como Valora Minas; cirurgias e procedimentos contratados; exames de média e alta complexidade; recursos de emendas; convênios pontuais; repasses do próprio município de João Monlevade; pagamentos vinculados à produção SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, o CISMEPI mantém contratos em 2026 com o Hospital Margarida para procedimentos ortopédicos de urgência e emergência e credenciamentos de exames de média e alta complexidade destinados a vários municípios da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda credenciamento específico para procedimentos como <strong>histeroscopia</strong>, atendendo pacientes de João Monlevade, Nova Era, Rio Piracicaba, São Domingos do Prata, Santa Bárbara e Itabira. Portanto, tentar resumir o financiamento regional a um único valor mensal por município seria incorreto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">João Monlevade coloca mais recursos próprios</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Também é verdade que João Monlevade faz um aporte próprio muito maior que os convênios regionais citados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, a Prefeitura prevê <strong>R$ 18 milhões de recursos municipais</strong>, ou R$ 1,5 milhão por mês, dentro de uma contratualização global de R$ 45,6 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fato gera uma pergunta legítima: <strong>João Monlevade está financiando uma parcela desproporcional de um serviço que atende toda a microrregião?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta não pode ser dada apenas comparando R$ 18 milhões com os convênios de R$ 100 mil ou R$ 150 mil dos municípios vizinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque parte do atendimento regional é financiada por mecanismos estaduais e federais que não aparecem como “transferência direta do município X para o Hospital Margarida”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para responder corretamente, seria necessário consolidar: recursos próprios de João Monlevade; PPI destinada a cada referência regional; repasses estaduais; repasses federais; convênios via CISMEPI; contratos específicos; produção realizada por município de origem.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Sem esse quadro completo, qualquer conclusão de que um município “paga pouco” ou “explora o hospital” seria prematura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A pergunta mais importante é: o hospital entrega o que recebe?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui está o ponto mais forte da reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Hospital Margarida recebe recursos públicos para atender uma população regional. A contratualização estabelece metas e obrigações, enquanto programas do SUS e convênios financiam serviços específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a avaliação não deve se limitar a perguntar quanto dinheiro entra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário verificar <strong>o que o hospital se comprometeu a entregar e quanto efetivamente entregou</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os indicadores fundamentais estão: atendimentos previstos x realizados; cirurgias contratadas x realizadas; consultas e exames pactuados x executados; tempo de espera; taxa de ocupação; número de recusas ou transferências; pacientes por município de origem; procedimentos glosados; metas não cumpridas; valores pagos por produção; filas reprimidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o ponto onde a discussão sobre “sobrecarga” deixa de ser percepção e passa a ser controle público.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Se o hospital recebe para atender a região, por que ainda enfrenta dificuldades?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Receber recursos não significa, automaticamente, conseguir atender toda a demanda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um hospital pode ter recursos contratualizados e ainda enfrentar gargalos de equipe, disponibilidade de médicos especialistas, leitos, escalas, equipamentos, compras, regulação e demanda acima da programada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o SUS trabalha com tetos financeiros e quantidades pactuadas. Se a procura efetiva supera a programação, pode surgir demanda reprimida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, se os recursos foram contratados e as metas não foram cumpridas, também é legítimo cobrar explicações do prestador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, duas coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo: <strong>o Hospital Margarida pode estar submetido a forte pressão regional e, ainda assim, precisa demonstrar que entrega adequadamente os serviços pelos quais recebe recursos públicos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel do CISMEPI</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Piracicaba aparece como peça importante dessa engrenagem. O CISMEPI reúne municípios para contratar serviços de saúde, exames, procedimentos e ações que seriam mais difíceis de organizar individualmente. Em 2026, o consórcio mantém credenciamentos para média e alta complexidade envolvendo <strong>Bela Vista de Minas, Catas Altas, João Monlevade, Nova Era, Rio Piracicaba e São Domingos do Prata</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os documentos de 2025 comprovam que o consórcio funcionou como intermediário dos repasses municipais destinados ao Hospital Margarida. Isso reforça que o atendimento regional não ocorre de maneira informal. Existe uma estrutura intermunicipal para contratar e financiar serviços.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A regional de Itabira também participa da organização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Gerência Regional de Saúde de Itabira exerce função de articulação e acompanhamento da rede. Em 2023, a própria regional realizou reunião técnica no Hospital Margarida com os municípios da microrregião para discutir contratualização no SUS e o Valora Minas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, a GRS também fez visita técnica ao hospital e declarou que o Margarida era o maior prestador regional, com 74% dos pacientes vinculados ao SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a rede regional não se forma apenas por decisão do Hospital Margarida ou da Prefeitura de João Monlevade. Ela é construída dentro da lógica regionalizada do SUS.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que ainda falta descobrir: </h2>



<p class="wp-block-paragraph">quanto da PPI de cada município está direcionado ao Hospital Margarida em 2026; quanto cada município paga diretamente ou via CISMEPI; quantos pacientes de cada município foram atendidos em 2025 e 2026; quais procedimentos estão formalmente pactuados; qual o valor contratado por procedimento ou bloco assistencial; quanto foi efetivamente faturado e pago; quais metas foram cumpridas ou descumpridas; quantos procedimentos foram recusados, glosados ou ficaram pendentes; qual o tempo médio de espera por município e por especialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essas informações, será possível responder à pergunta que realmente interessa: <strong>o modelo regional de financiamento é suficiente e o Hospital Margarida entrega aquilo que o SUS compra?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Radar nas Redes &#124; 19 de maio: impasse na ArcelorMittal, concurso da Educação e demandas por saúde e infraestrutura</title>
		<link>https://ofato.news/radar-nas-redes-19-maio-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 23:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ArcelorMittal]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[João Monlevade]]></category>
		<category><![CDATA[Radar nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Margarida]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Viva Monlevade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impasse na ArcelorMittal, concurso da Educação e prioridades de saúde, infraestrutura e limpeza estiveram entre os assuntos de João Monlevade em 19 de maio.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-19-maio-2026/">Radar nas Redes | 19 de maio: impasse na ArcelorMittal, concurso da Educação e demandas por saúde e infraestrutura</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Tensão entre empresa e trabalhadores, expectativa pelo concurso e prioridades apontadas pelos moradores estiveram entre os assuntos identificados em João Monlevade</h2>
<p><strong>JOÃO MONLEVADE (MG)</strong> — O <strong>Radar nas Redes 19 de maio de 2026</strong> encontrou uma agenda marcada pelo mundo do trabalho, pelo serviço público e por demandas históricas da população. O impasse sobre a jornada dos trabalhadores da ArcelorMittal, a preparação de um novo concurso da Educação e as prioridades de saúde, infraestrutura e limpeza urbana formaram os principais eixos do ambiente informacional local.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Viva Monlevade reuniu atividades de educação, esporte, ciência, inovação e lazer. A cidade também viveu o luto pela morte de José Alberto Grijó, provedor do Hospital Margarida. Além disso, o Pint of Science levou debates acadêmicos para espaços públicos e aproximou universidade e comunidade.</p>
<p><strong>O Radar nas Redes acompanha publicações abertas, páginas institucionais, portais e canais públicos. A varredura identifica recorrência, atualidade e convergência temática, mas não mede integralmente grupos privados de WhatsApp, perfis fechados ou todo o volume de compartilhamentos nas plataformas.</strong></p>
<h2>Impasse sobre jornada mobiliza trabalhadores da ArcelorMittal</h2>
<p>O tema de maior impacto social daquele período envolvia os trabalhadores do turno da ArcelorMittal em João Monlevade. Em assembleias realizadas em 12 de maio, 298 dos 492 participantes rejeitaram as propostas de escala apresentadas pela empresa. O número correspondia a 59,83% dos votantes, conforme informações divulgadas pelo Sindicato dos Metalúrgicos de João Monlevade e publicadas pela imprensa local.</p>
<p>A discussão ia além da organização interna da usina. Os modelos de turno interferiam no descanso, na saúde e na convivência familiar dos empregados. Por isso, o assunto circulava entre trabalhadores, familiares e representantes sindicais e tinha reflexos sobre toda a cidade, cuja economia e história mantêm forte vínculo com a siderurgia.</p>
<p>Naquele momento, o impasse continuava aberto. O Radar evita transformar a mobilização em anúncio de paralisação sem confirmação formal. O fato comprovado era a rejeição das propostas e a continuidade das negociações. Meses depois, a implantação de uma escala 4&#215;4 mostrou que o debate teria desdobramentos importantes.</p>
<h2>Concurso da Educação avança e gera expectativa</h2>
<p>Outro assunto de grande interesse era a preparação de um concurso público para a Secretaria Municipal de Educação. A Prefeitura instituiu uma comissão especial para planejar, organizar, coordenar e acompanhar as etapas do certame. A expectativa divulgada era de realização ainda em 2026.</p>
<p>O concurso ganhou atenção porque reunia educação, emprego e estabilidade no serviço público. Naquele período, também circulava a estimativa de cerca de 200 vagas, principalmente para professores. Entretanto, o número definitivo dependeria do edital. Por isso, candidatos precisavam acompanhar os atos oficiais e aguardar a publicação das regras, cargos, remunerações e cronograma.</p>
<p>A criação da comissão demonstrava que o processo havia ultrapassado o campo das especulações. Ainda assim, permaneciam perguntas sobre a banca organizadora, a quantidade efetiva de vagas e a utilização da Prova Nacional Docente.</p>
<h2>Saúde lidera prioridades apontadas pelos moradores</h2>
<p>Uma consulta pública da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 também repercutiu no dia 19. A pesquisa recebeu 446 participações válidas entre 6 de abril e 8 de maio e apresentou um retrato objetivo das preocupações dos moradores.</p>
<p>Saúde apareceu em primeiro lugar, citada por 64,3% dos participantes. Em seguida vieram infraestrutura urbana, com 61%, e limpeza urbana, com 48%. Segurança pública alcançou 42,4%, enquanto mobilidade urbana apareceu com 31,8%.</p>
<p>Na saúde, os moradores pediram ampliação dos atendimentos, redução das filas, fortalecimento da atenção básica e maior oferta de exames e especialidades. Na infraestrutura, surgiram demandas por manutenção de vias, pavimentação, drenagem e tapa-buracos. Já na limpeza urbana, as sugestões envolveram manutenção de áreas públicas e revisão da frequência dos serviços.</p>
<p>Os dados transformaram reclamações dispersas em prioridades quantificadas. Portanto, o desafio do poder público passou a ser demonstrar como essas demandas seriam incorporadas ao orçamento e quais resultados poderiam ser acompanhados ao longo de 2026 e 2027.</p>
<h2>Viva Monlevade movimenta educação, esporte e economia</h2>
<p>Enquanto trabalho e serviços públicos dominavam as cobranças, o Viva Monlevade oferecia uma agenda positiva para a cidade. A quinta edição do evento ocorreu entre 14 e 24 de maio, com mais de 50 atividades gratuitas ligadas à educação, esporte, empreendedorismo, ciência e lazer.</p>
<p>No dia 19, a programação incluía Festival da Criança, visitas aos laboratórios da UFOP, Fórum de Economia Popular Solidária e uma mesa-redonda sobre inovação e a relação entre setor produtivo e universidade. Dessa maneira, o evento conectou diferentes públicos e movimentou instituições locais.</p>
<p>O Viva Monlevade também reforçou o papel da cidade como polo de ensino superior e inovação no Médio Piracicaba. Ao reunir UFOP, comunidade, empreendedores e estudantes, a programação criou oportunidades para circulação de conhecimento e fortalecimento da economia criativa.</p>
<h2>Pint of Science leva ciência para os bares</h2>
<p>A ciência ganhou espaço fora dos laboratórios com o Pint of Science. Em João Monlevade, a programação de 19 e 20 de maio levou pesquisadores e moradores para debates em estabelecimentos da cidade.</p>
<p>Na noite do dia 19, os encontros abordaram inteligência, ciência, sociedade, tecnologia e direitos humanos. O formato ajudou a aproximar temas acadêmicos da vida cotidiana e integrou a programação do Viva Monlevade.</p>
<p>A iniciativa reforçava uma característica estratégica do município: a presença de universidades e instituições públicas capazes de produzir conhecimento em diálogo com a indústria, os serviços e a comunidade.</p>
<h2>Cidade presta homenagem a José Alberto Grijó</h2>
<p>O ambiente informacional daquele 19 de maio também foi marcado pelo luto. A Prefeitura decretou três dias de luto oficial pelo falecimento de José Alberto Grijó, provedor do Hospital Margarida, ocorrido no domingo, 17 de maio, aos 77 anos.</p>
<p>O decreto reconheceu os serviços prestados por Grijó à saúde pública e à comunidade monlevadense. Durante o período, as bandeiras permaneceriam a meio mastro, sem interrupção dos serviços públicos municipais.</p>
<p>A repercussão mostrou a importância regional do Hospital Margarida e de sua direção para o atendimento de pacientes de João Monlevade e de outros municípios do Médio Piracicaba.</p>
<h2>O que revelou o Radar nas Redes 19 de maio de 2026</h2>
<p>O Radar nas Redes 19 de maio de 2026 revela três forças principais. A primeira era a influência da indústria sobre a vida das famílias. A segunda envolvia a procura por oportunidades de trabalho e fortalecimento do serviço público. A terceira reunia cobranças por saúde, infraestrutura e manutenção urbana.</p>
<p>Por outro lado, Viva Monlevade e Pint of Science mostraram a capacidade da cidade de produzir agendas positivas de conhecimento, esporte, cultura e empreendedorismo. Assim, o dia não foi marcado apenas por impasses e cobranças, mas também por ações que conectavam universidade e comunidade.</p>
<p>Esse conjunto confirma a importância de acompanhar os temas como clusters permanentes. ArcelorMittal, emprego, Educação, saúde, Hospital Margarida, infraestrutura e ensino superior não são assuntos isolados. Eles se relacionam e ajudam a explicar o desenvolvimento de João Monlevade e do Médio Piracicaba.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<p><strong>Qual era o principal assunto identificado em 19 de maio?</strong></p>
<p>O impasse sobre a jornada dos trabalhadores da ArcelorMittal teve grande impacto social. Concurso da Educação e prioridades de saúde e infraestrutura também ganharam destaque.</p>
<p><strong>O concurso da Educação já tinha edital publicado?</strong></p>
<p>Não. A Prefeitura havia instituído a comissão responsável pelo acompanhamento do certame. Vagas, cargos e cronograma dependeriam do edital.</p>
<p><strong>Quais foram as prioridades apontadas pelos moradores?</strong></p>
<p>Saúde liderou com 64,3%, seguida por infraestrutura urbana, com 61%, e limpeza urbana, com 48%.</p>
<p><strong>O que aconteceu no Viva Monlevade em 19 de maio?</strong></p>
<p>A programação incluiu atividades infantis, visitas aos laboratórios da UFOP, fórum de economia solidária, debates sobre inovação e o Pint of Science.</p>
<p><strong>Como o Radar nas Redes faz o monitoramento?</strong></p>
<p>A coluna acompanha conteúdos públicos e abertos. Grupos privados e perfis fechados não são integralmente acessíveis, por isso o Radar não apresenta o levantamento como medição completa de todas as redes.</p>
<h2>Leia também</h2>
<ul>
<li><a href="https://ofato.news/quatro-dias-de-trabalho-quatro-de-folga-como-a-nova-escala-da-arcelormittal-muda-a-rotina-de-milhares-de-familias-em-joao-monlevade/">Quatro dias de trabalho, quatro de folga: como a nova escala da ArcelorMittal muda a rotina das famílias</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/dos-r-550-milhoes-previstos-para-2027-quanto-sera-realmente-investido-em-obras-saude-e-servicos-em-joao-monlevade/">Dos R$ 550 milhões previstos para 2027, quanto será investido em obras, saúde e serviços?</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-enfrenta-alta-demanda-no-pronto-socorro-e-reforca-estrutura-para-manter-atendimento-regional/">Hospital Margarida enfrenta alta demanda e reforça estrutura para atendimento regional</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-12-agosto-2026/">Radar nas Redes: Agosto Lilás, mercado de trabalho e emprego movimentam João Monlevade</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/ufop-57-anos-inteligencia-artificial-joao-monlevade/">UFOP amplia presença regional e aposta em Inteligência Artificial em João Monlevade</a></li>
</ul>
<p><em>Fontes consultadas: <a href="https://www.pmjm.mg.gov.br/noticias_individual/12024" target="_blank" rel="noopener">Prefeitura de João Monlevade</a>, <a href="https://www.sindmonmetal.com.br/2026/05/" target="_blank" rel="noopener">Sindmon-Metal</a>, <a href="https://pintofscience.com.br/events/joaomonlevade/" target="_blank" rel="noopener">programação oficial do Pint of Science</a> e publicações da imprensa regional.</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-19-maio-2026/">Radar nas Redes | 19 de maio: impasse na ArcelorMittal, concurso da Educação e demandas por saúde e infraestrutura</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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		<title>Capacitação em saúde mental mobiliza rede de João Monlevade e reforça atenção a crianças e adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 21:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretaria Municipal de Saúde reuniu profissionais da Atenção Primária para discutir os transtornos mentais mais frequentes; Município mantém CAPS Infantojuvenil e prepara nova sede com investimento superior a R$ 2,1 milhões JOÃO MONLEVADE (MG) — A Secretaria Municipal de Saúde de João Monlevade realizou, nesta quarta-feira (12), uma nova etapa de capacitação dos profissionais da [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/saude-mental-joao-monlevade-capacitacao/">Capacitação em saúde mental mobiliza rede de João Monlevade e reforça atenção a crianças e adolescentes</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Secretaria Municipal de Saúde reuniu profissionais da Atenção Primária para discutir os transtornos mentais mais frequentes; Município mantém CAPS Infantojuvenil e prepara nova sede com investimento superior a R$ 2,1 milhões</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JOÃO MONLEVADE (MG)</strong> — A Secretaria Municipal de Saúde de João Monlevade realizou, nesta quarta-feira (12), uma nova etapa de capacitação dos profissionais da rede. O objetivo foi ampliar a identificação, a avaliação e o manejo dos transtornos mentais mais frequentes na Atenção Primária à Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro reuniu médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, dentistas, agentes comunitários, agentes de endemias e outros servidores municipais. As atividades ocorreram durante todo o dia, em duas turmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacitação aconteceu no auditório Leonardo Diniz Dias, na sede da Prefeitura. A Divisão de Saúde Mental coordenou a atividade em parceria com a Atenção Primária à Saúde (APS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Prefeitura, este foi o segundo encontro do projeto. Além disso, uma terceira etapa está prevista para dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a atividade não tenha tratado exclusivamente do público infantojuvenil, ela chama atenção para uma área que ganhou estrutura própria em João Monlevade nos últimos anos: o atendimento a <strong>crianças e adolescentes em sofrimento psíquico</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2022, o município mantém um serviço especializado. Posteriormente, a estrutura evoluiu para o <strong>Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPS IJ)</strong>, hoje integrado à Rede de Atenção Psicossocial e habilitado pelo Ministério da Saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde mental está presente em 30% dos atendimentos da Atenção Primária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a capacitação, a coordenadora da Divisão de Saúde Mental, Eliana Bicalho Ferreira de Almeida, destacou a frequência das questões relacionadas à saúde mental nas unidades básicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, <strong>cerca de 30% dos atendimentos realizados na Atenção Primária apresentam algum componente relacionado à saúde mental</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado ajuda a explicar a importância de preparar os profissionais das unidades básicas para reconhecer sinais de sofrimento psíquico. Afinal, muitas vezes é nesse primeiro contato com o paciente que surgem indícios de que algo precisa de maior atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Atenção Primária funciona como uma das principais portas de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, reconhecer precocemente uma situação que exige acompanhamento especializado pode evitar agravamentos e melhorar o encaminhamento dentro da própria rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa capacitação é muito produtiva e pretendemos fazer o terceiro encontro em dezembro. Esse encontro dos profissionais de saúde é muito necessário, pois 30% dos atendimentos na Atenção Primária à Saúde apresentam algum componente relacionado à saúde mental e é de grande importância trocarmos experiências com o objetivo de realizarmos uma avaliação clínica adequada aos nossos pacientes”, afirmou Eliana, segundo a Prefeitura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Profissionais discutem situações encontradas no atendimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhos tiveram a participação da coordenadora da Divisão de Saúde Mental e das médicas <strong>Geysa Carvalho Mendes, Marcella Drumond Bicalho e Rosângela Guimarães Ribeiro</strong>, psiquiatra do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária municipal de Saúde, <strong>Raquel Paiva Drumond</strong>, também participou da atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das exposições técnicas, os profissionais compartilharam experiências vividas durante os atendimentos. Dessa forma, o encontro permitiu discutir situações encontradas diariamente nos serviços municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa troca tem importância especial na saúde mental. Isso porque os transtornos podem aparecer associados a diferentes queixas clínicas. Portanto, nem sempre o paciente chega ao sistema de saúde apresentando inicialmente uma demanda psiquiátrica ou psicológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crianças e adolescentes contam com serviço especializado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No atendimento infantojuvenil, João Monlevade passou por uma mudança importante a partir de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele ano, o município inaugurou o então Serviço de Saúde Mental Infantojuvenil. A proposta era oferecer atendimento multiprofissional a crianças e adolescentes com transtornos mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na implantação, a equipe prevista incluía psiquiatra, pediatra especializado em saúde mental infantil e psicólogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, o serviço passou a funcionar como <strong>CAPS Infantojuvenil</strong>. A unidade atende crianças e adolescentes em sofrimento psíquico, inclusive casos de transtornos mentais severos e persistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o serviço acompanha problemas relacionados ao uso de substâncias e outras situações que afetam o desenvolvimento emocional e social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rede de atendimento vai além da área da Saúde</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O atendimento às crianças e aos adolescentes não depende apenas dos profissionais da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CAPS IJ também atua de forma articulada com áreas como Educação, Assistência Social, Cultura, Esporte, Lazer e sistema de Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a identificação de uma situação de sofrimento pode começar em diferentes lugares. A escola, a família, as unidades básicas e outros serviços públicos podem perceber sinais que indiquem a necessidade de acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A articulação entre esses setores se torna ainda mais importante quando a situação exige uma resposta que ultrapassa o atendimento clínico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Procura pelo serviço cresceu nos primeiros anos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros municipais disponíveis mostram que a procura pelo atendimento infantojuvenil cresceu rapidamente nos primeiros anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, quando o serviço ainda era denominado Sesamo IJ, a Prefeitura informou a realização de <strong>mais de 2.400 atendimentos em um ano</strong>. Aproximadamente <strong>700 crianças e adolescentes</strong> receberam atendimento naquele período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do aumento da demanda, o serviço passou a funcionar em um imóvel maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, é necessário fazer uma ressalva: esses números são anteriores ao atual estágio do CAPS IJ. Portanto, eles <strong>não representam a quantidade atual de usuários</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, os dados mostram que a saúde mental infantojuvenil já apresentava procura relevante pouco depois da implantação do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conhecer o cenário de 2026, será necessário obter novos indicadores da Secretaria Municipal de Saúde. Entre eles estão o número de usuários acompanhados, atendimentos realizados, novos encaminhamentos e eventual demanda reprimida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CAPS IJ completou quatro anos em 2026</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço completou <strong>quatro anos de implantação em maio de 2026</strong>. Nesse período, avançou em sua integração à Rede de Atenção Psicossocial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março de 2025, o Ministério da Saúde aprovou a habilitação da estrutura como <strong>Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o serviço passou a integrar formalmente a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a Prefeitura também informou que a estrutura municipal já havia recebido reconhecimento da Secretaria de Estado de Saúde e contava com recursos estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o serviço criado pelo Município avançou em sua institucionalização e passou a integrar uma rede que ultrapassa os limites de João Monlevade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nova sede terá investimento superior a R$ 2,1 milhões</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro avanço está previsto para a estrutura física do CAPS Infantojuvenil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril de 2026, o Ministério da Saúde autorizou o início da construção de uma nova unidade em João Monlevade. O projeto integra o <strong>Novo PAC Saúde</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O investimento divulgado chega a <strong>R$ 2.143.000</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estrutura deverá ampliar as condições de atendimento oferecidas às crianças, aos adolescentes e às famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a construção mostra uma mudança de escala do serviço. Inicialmente, o Município mantinha integralmente a estrutura. Depois, vieram o reconhecimento estadual e a habilitação federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o CAPS IJ também contará com investimento destinado a uma sede própria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolas também fazem parte da rede de atenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Educação representa outro ponto importante dessa rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2022, a rede municipal de ensino conta com psicólogos e assistentes sociais que atuam junto aos estudantes, professores e à comunidade escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, situações percebidas dentro da escola podem chegar à rede de Saúde quando houver necessidade de avaliação ou acompanhamento clínico especializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, existe um cuidado importante nesse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda dificuldade escolar, alteração de comportamento ou sofrimento emocional representa um transtorno mental. Por isso, a avaliação adequada deve evitar a medicalização automática de comportamentos de crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, capacitação e atuação multiprofissional ajudam a diferenciar situações que podem receber acompanhamento no próprio território daquelas que precisam de atendimento especializado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quantas crianças e adolescentes são atendidos atualmente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A capacitação realizada nesta semana também abre espaço para uma pergunta importante: <strong>qual é a dimensão atual da demanda por saúde mental infantojuvenil em João Monlevade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns indicadores ainda precisam ser apresentados publicamente para responder à questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão o número de crianças e adolescentes atualmente acompanhados pelo CAPS IJ, a quantidade de novos atendimentos realizados em 2024, 2025 e 2026 e o tempo médio entre o encaminhamento e a primeira avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante conhecer a composição completa da equipe e saber se existe fila de espera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado relevante é o perfil das demandas. Saber quais situações aparecem com maior frequência nos encaminhamentos pode ajudar a compreender as necessidades das famílias e orientar as políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, conhecer o fluxo entre escolas, unidades básicas, CAPS IJ, Conselho Tutelar e demais serviços ajudaria a mostrar como essa rede funciona na prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem esses dados atualizados, não é possível afirmar se a demanda aumentou ou diminuiu nos últimos três anos. Da mesma forma, ainda não é possível dimensionar uma eventual necessidade de ampliação das equipes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Identificar a demanda é apenas parte do desafio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Capacitar profissionais para reconhecer transtornos e situações de sofrimento mental representa um passo importante. Entretanto, a identificação precisa vir acompanhada de capacidade de resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais eficiente for a Atenção Primária para reconhecer pacientes que precisam de acompanhamento, maior também poderá ser a procura por consultas e atendimento multiprofissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, parte desses pacientes poderá precisar dos serviços especializados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a avaliação da política municipal de saúde mental deve considerar duas dimensões: <strong>a capacidade de identificar a demanda e a capacidade de atendê-la</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em João Monlevade, a criação do CAPS IJ, a habilitação pelo Ministério da Saúde e o investimento em uma nova sede mostram uma expansão da estrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a divulgação dos indicadores atualizados poderá revelar se esse crescimento acompanha as necessidades das crianças, dos adolescentes e das famílias atendidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em números</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>30%</strong> — estimativa apresentada pela Divisão de Saúde Mental para a parcela dos atendimentos da Atenção Primária que possui algum componente relacionado à saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2022</strong> — ano de implantação do Serviço de Saúde Mental Infantojuvenil de João Monlevade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais de 2.400 atendimentos</strong> — volume registrado pelo serviço no primeiro ano de funcionamento divulgado pela Prefeitura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cerca de 700 crianças e adolescentes</strong> — público atendido naquele período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4 anos</strong> — tempo de implantação completado pelo serviço em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>R$ 2.143.000</strong> — investimento anunciado para a construção da nova sede do CAPS IJ.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A capacitação desta semana tratou exclusivamente da saúde mental de crianças e adolescentes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O encontro abordou os transtornos mentais mais frequentes na Atenção Primária à Saúde e reuniu profissionais de diferentes áreas. Entretanto, João Monlevade possui uma estrutura específica destinada à saúde mental infantojuvenil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Monlevade possui CAPS para crianças e adolescentes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O município mantém o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil, o CAPS IJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem pode ser atendido pelo CAPS IJ?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço atende crianças e adolescentes em sofrimento psíquico, inclusive casos severos ou persistentes e outras situações que afetem o desenvolvimento emocional e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quantas crianças e adolescentes são atendidos atualmente?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura não apresentou esse número na divulgação da capacitação. O dado mais detalhado disponível no material analisado refere-se ao primeiro ano do serviço, quando foram registrados mais de 2.400 atendimentos a aproximadamente 700 crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O CAPS IJ terá sede própria?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O investimento anunciado para a construção da nova unidade em João Monlevade é de R$ 2,143 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Haverá novas capacitações?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Segundo a coordenadora da Divisão de Saúde Mental, um terceiro encontro está previsto para dezembro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">📖 Leia também</h2>



<p class="wp-block-paragraph">➡️ <strong>UFOP reúne especialistas e instituições para fortalecer rede de cuidado às pessoas com deficiência</strong><br>A iniciativa busca integrar Saúde, Educação, Assistência Social, direitos humanos e sociedade civil em uma rede permanente de atenção.<br><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://ofato.news/ufop-reune-especialistas-e-instituicoes-para-fortalecer-rede-de-cuidado-as-pessoas-com-deficiencia/?utm_source=chatgpt.com">Leia a reportagem no O Fato News</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">➡️ <strong>Hospital Margarida: conheça a estrutura, os serviços e a importância do principal hospital de João Monlevade para a saúde regional</strong><br>A reportagem apresenta a estrutura e o papel da instituição na assistência à população de João Monlevade e do Médio Piracicaba.<br><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://ofato.news/hospital-margarida-conheca-a-estrutura-os-servicos-e-a-importancia-do-principal-hospital-de-joao-monlevade-para-a-saude-regional/?utm_source=chatgpt.com">Leia a reportagem no O Fato News</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">➡️ <strong>UFOP, AMAD e Prefeitura promovem formação antirracista para cerca de 600 professores de João Monlevade</strong><br>A formação mostra como a qualificação dos profissionais e a articulação entre diferentes políticas públicas podem repercutir no atendimento à população.<br><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://ofato.news/ufop-amad-e-prefeitura-promovem-formacao-antirracista-para-cerca-de-600-professores-de-joao-monlevade/?utm_source=chatgpt.com">Leia a reportagem no O Fato News</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/saude-mental-joao-monlevade-capacitacao/">Capacitação em saúde mental mobiliza rede de João Monlevade e reforça atenção a crianças e adolescentes</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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		<title>Publicações sobre vacinação voltam a circular em João Monlevade; veja o que está confirmado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 03:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Monitoramento do Radar nas Redes identificou dúvidas sobre atualização da caderneta, locais de atendimento e existência de uma nova campanha; Prefeitura ainda não anunciou outra mobilização de multivacinação para agosto. JOÃO MONLEVADE – Publicações sobre vacinação e atualização da caderneta voltaram a circular em redes sociais e fontes públicas acompanhadas pelo Radar nas Redes, despertando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Monitoramento do Radar nas Redes identificou dúvidas sobre atualização da caderneta, locais de atendimento e existência de uma nova campanha; Prefeitura ainda não anunciou outra mobilização de multivacinação para agosto.</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">JOÃO MONLEVADE – Publicações sobre vacinação e atualização da caderneta voltaram a circular em redes sociais e fontes públicas acompanhadas pelo <strong>Radar nas Redes</strong>, despertando dúvidas entre pais e responsáveis de João Monlevade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais perguntas envolvem a existência de uma nova campanha municipal, as vacinas disponíveis, os documentos necessários e os locais onde a população pode procurar atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verificação realizada pelo <strong>O Fato News</strong>, porém, não encontrou anúncio oficial de uma nova Campanha de Multivacinação em João Monlevade para o fim de julho ou início de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização municipal mais recente foi realizada em junho de 2026, destinada à atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos. O Dia D ocorreu em 20 de junho, e a campanha seguiu até o dia 30 daquele mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Radar nas Redes</strong> acompanha diariamente os assuntos comentados por moradores de João Monlevade e região em redes sociais, grupos públicos, páginas oficiais, portais de notícias e demais fontes abertas. A partir desse monitoramento, o <strong>O Fato News</strong> identifica os temas que mobilizam a população, verifica as informações e produz reportagens contextualizadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que está confirmado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de João Monlevade realizou, em junho, a Campanha de Multivacinação 2026 para crianças e adolescentes menores de 15 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo foi conferir a caderneta e aplicar as doses que estivessem atrasadas, conforme o Calendário Nacional de Vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o Dia D, realizado em 20 de junho, o atendimento ocorreu das 8h às 17h. O Vacimóvel também participou da mobilização, com atendimento no Centro Social Urbano, no bairro Loanda, e no Planalto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha municipal continuou nas salas de vacinação até 30 de junho. Portanto, publicações que apresentem essas datas como uma mobilização nova precisam ser observadas com atenção, pois podem estar reproduzindo informações da campanha anterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vacinação continua fazendo parte da rotina do SUS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O encerramento de uma campanha específica não significa o fim da vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas previstas no Calendário Nacional são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde conforme a idade, o histórico vacinal, as indicações de cada imunizante e a disponibilidade nas unidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde orienta a população a manter a vacinação em dia, destacando que os imunizantes reduzem o risco de infecções e contribuem para controlar a circulação de doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde, o morador deve confirmar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>se a sala de vacinação está funcionando naquele dia;</li>



<li>o horário de atendimento;</li>



<li>quais vacinas estão disponíveis;</li>



<li>se é necessário agendamento;</li>



<li>quais documentos devem ser apresentados.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que levar à unidade de saúde</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na Campanha de Multivacinação realizada em junho, a Secretaria Municipal de Saúde orientou pais e responsáveis a apresentarem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>caderneta de vacinação;</li>



<li>documento de identificação da criança ou do adolescente;</li>



<li>Cartão SUS.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A caderneta permite que os profissionais verifiquem quais vacinas já foram aplicadas e identifiquem possíveis doses pendentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem perdeu o documento deve procurar uma unidade de saúde para receber orientação sobre a consulta ao histórico vacinal e a eventual emissão de uma nova caderneta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o assunto voltou a repercutir</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento realizado pelo <strong>Radar nas Redes</strong> mostra que conteúdos relacionados à vacinação costumam ganhar nova circulação quando campanhas são anunciadas em outras cidades, quando publicações antigas voltam a ser compartilhadas ou quando surgem alertas sobre doenças imunopreveníveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, campanhas contra o sarampo anunciadas em municípios de São Paulo também ampliaram nacionalmente as conversas sobre a importância da vacinação. A medida foi adotada diante de casos confirmados naquele estado e não representa uma campanha específica anunciada para João Monlevade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa distinção é necessária para evitar que moradores confundam calendários de outros estados ou publicações antigas com ações atualmente programadas no município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Público da campanha realizada em junho:</strong> crianças e adolescentes menores de 15 anos;</li>



<li><strong>Dia D:</strong> 20 de junho de 2026;</li>



<li><strong>Horário do Dia D:</strong> das 8h às 17h;</li>



<li><strong>Encerramento da mobilização:</strong> 30 de junho;</li>



<li><strong>Documentos solicitados:</strong> caderneta de vacinação, identificação e Cartão SUS;</li>



<li><strong>Nova campanha municipal para agosto:</strong> não localizada nas fontes oficiais consultadas até a publicação desta reportagem.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que o debate revela</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As conversas monitoradas mostram que a população reconhece a importância da vacinação, mas ainda encontra dificuldades para diferenciar campanhas encerradas, ações realizadas em outros municípios e o atendimento rotineiro oferecido pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também existe demanda por informações atualizadas sobre horários das salas de vacinação, disponibilidade de doses e unidades que realizam o atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação de um calendário municipal unificado e atualizado poderia facilitar o acesso da população e reduzir a circulação de informações desatualizadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece agora</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>O Fato News</strong> continuará acompanhando as publicações da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde para verificar se haverá uma nova mobilização de vacinação em João Monlevade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até que outro calendário seja oficialmente divulgado, moradores que precisam atualizar a caderneta devem entrar em contato com a Unidade Básica de Saúde de referência para confirmar horários e disponibilidade dos imunizantes.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Principais dúvidas dos internautas</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Existe uma nova campanha de multivacinação em João Monlevade?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até a publicação desta reportagem, não foi encontrado anúncio oficial de uma nova campanha municipal para o fim de julho ou para agosto. A campanha mais recente foi realizada em junho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A vacinação terminou no município?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O que terminou foi a mobilização especial de junho. As vacinas do calendário regular continuam integrando os serviços do SUS, conforme indicação e disponibilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem participou da campanha de junho?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização foi destinada a crianças e adolescentes menores de 15 anos que precisavam conferir ou atualizar a caderneta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais documentos devem ser apresentados?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação é levar a caderneta de vacinação, um documento de identificação e o Cartão SUS.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Posso ir diretamente a qualquer UBS?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É recomendável confirmar previamente se a unidade possui sala de vacinação, quais são os horários e se o imunizante procurado está disponível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem perdeu a caderneta pode receber orientação?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A pessoa deve procurar a unidade de saúde para verificar o histórico disponível e receber as orientações necessárias.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Como o Radar nas Redes é produzido</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Radar nas Redes</strong> reúne diariamente os assuntos que estão repercutindo entre moradores de João Monlevade e região em redes sociais, grupos públicos, páginas oficiais, canais públicos de WhatsApp, YouTube, Facebook, Instagram, X, Threads, portais de notícias e demais fontes abertas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações passam por verificação jornalística antes da publicação. O objetivo não é simplesmente reproduzir comentários ou compartilhamentos, mas identificar os temas que mobilizam a população, contextualizar os fatos e esclarecer dúvidas de interesse público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temas de dias anteriores não são reaproveitados automaticamente. Eles somente permanecem no Radar quando continuam gerando repercussão relevante, apresentam novos desdobramentos ou possuem fatos novos confirmados.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Leia também</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-realiza-21-procedimentos-e-aumenta-expectativa-por-reducao-da-fila-de-cirurgias-em-joao-monlevade/">➡️ <strong>Hospital Margarida realiza 21 procedimentos e aumenta expectativa por redução da fila de cirurgias em João Monlevade</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-enfrenta-alta-demanda-no-pronto-socorro-e-reforca-estrutura-para-manter-atendimento-regional/">➡️ <strong>Hospital Margarida enfrenta alta demanda no Pronto-Socorro e reforça estrutura para manter atendimento regional</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-amplia-investimentos-e-reforca-papel-estrategico-na-saude-de-joao-monlevade-e-do-medio-piracicaba/">➡️ <strong>Hospital Margarida amplia investimentos e reforça papel estratégico na saúde de João Monlevade e do Médio Piracicaba</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://ofato.news/joao-monlevade-inicia-campanha-de-vacinacao-antirrabica-em-agosto-com-mais-de-40-pontos-de-atendimento/">➡️ <strong>João Monlevade inicia campanha de vacinação antirrábica em agosto com mais de 40 pontos de atendimento</strong><br></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Milton Nascimento é internado com pneumonia; equipe informa boa evolução clínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantor de 83 anos permanece sob cuidados médicos e deverá receber alta nos próximos dias para continuar o tratamento em casa BRASIL – O cantor Milton Nascimento, um dos maiores nomes da música brasileira, foi internado para tratar um quadro de pneumonia. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (17) por meio de uma nota oficial [&#8230;]</p>
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<h2 id="h-cantor-de-83-anos-permanece-sob-cuidados-medicos-e-devera-receber-alta-nos-proximos-dias-para-continuar-o-tratamento-em-casa" class="wp-block-heading">Cantor de 83 anos permanece sob cuidados médicos e deverá receber alta nos próximos dias para continuar o tratamento em casa</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>BRASIL</strong> – O cantor <strong>Milton Nascimento</strong>, um dos maiores nomes da música brasileira, foi internado para tratar um quadro de pneumonia. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (17) por meio de uma nota oficial publicada por sua equipe, que informou que o artista apresenta boa evolução clínica e deverá receber alta nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o comunicado, a pneumonia é considerada uma intercorrência dentro do atual quadro de saúde do músico, que permanece internado sob acompanhamento médico. A equipe não informou em qual hospital o cantor está sendo tratado, mas destacou que ele segue estável e recebendo toda a assistência necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que, após a alta, Milton continue o tratamento em casa, priorizando o conforto e a recuperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A notícia mobilizou fãs em todo o país. Natural do Rio de Janeiro e criado em Minas Gerais, Milton Nascimento é um dos maiores representantes da música popular brasileira e um dos principais nomes do movimento <strong>Clube da Esquina</strong>, tendo marcado gerações com sucessos como <em>Travessia</em>, <em>Maria Maria</em>, <em>Canção da América</em> e <em>Coração de Estudante</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2025, o estado de saúde do artista passou a ser acompanhado mais de perto pelo público após a divulgação do diagnóstico de <strong>Demência por Corpos de Lewy (DCL)</strong>, doença neurodegenerativa que pode comprometer memória, atenção, comportamento e movimentos. A enfermidade apresenta características semelhantes às da Doença de Parkinson, diagnóstico que também havia sido associado ao cantor anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a pneumonia seja uma das infecções respiratórias que mais exigem atenção entre idosos e pessoas com doenças crônicas, a equipe de Milton informou que a evolução clínica é positiva. A situação reforça a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento médico e de uma rede pública de saúde preparada para atender pacientes mais vulneráveis. Em João Monlevade, por exemplo, o município iniciou recentemente a construção da <strong>nova UBS do bairro Loanda</strong>, ampliando a capacidade de atendimento da atenção básica à população. Leia mais: <strong><a>https://ofato.news/nova-ubs-loanda-obra-investimento-joao-monlevade/</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também chama atenção para a necessidade de investimentos contínuos na estrutura da saúde pública. Nas últimas semanas, o setor esteve em evidência em João Monlevade após a morte de um homem que sofreu uma queda nas dependências da Secretaria Municipal de Saúde, caso que segue repercutindo na cidade. Confira a reportagem: <strong><a href="https://ofato.news/homem-morre-apos-queda-em-predio-da-secretaria-de-saude-de-joao-monlevade/">https://ofato.news/homem-morre-apos-queda-em-predio-da-secretaria-de-saude-de-joao-monlevade/</a></strong>.</p>



<h2 id="h-o-que-e-a-demencia-por-corpos-de-lewy" class="wp-block-heading">O que é a Demência por Corpos de Lewy?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Demência por Corpos de Lewy é uma doença neurodegenerativa progressiva caracterizada pelo acúmulo anormal de proteínas nas células do cérebro. Entre os sintomas mais comuns estão alterações cognitivas, perda de memória, alucinações, dificuldades motoras e oscilações no estado de consciência. O tratamento busca controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente, mas ainda não existe cura.</p>



<h2 id="h-o-fato-vai-acompanhar" class="wp-block-heading">O Fato vai acompanhar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>O Fato</strong> acompanhará a evolução do estado de saúde de Milton Nascimento e atualizará esta reportagem caso sejam divulgados novos boletins médicos ou manifestações da família e da equipe do artista.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 id="h-leia-tambem" class="wp-block-heading">Leia também</h2>



<p class="wp-block-paragraph">➡️ <strong>Nova UBS do Loanda começa a sair do papel com investimento superior a R$ 2,6 milhões</strong><br><a>https://ofato.news/nova-ubs-loanda-obra-investimento-joao-monlevade/</a></p>



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<h2 id="h-perguntas-frequentes" class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que Milton Nascimento foi internado?</strong><br>O cantor foi internado para tratar um quadro de pneumonia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é o estado de saúde do artista?</strong><br>Segundo sua equipe, Milton está estável, apresenta boa evolução clínica e responde bem ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando ele deve receber alta?</strong><br>A previsão divulgada pela equipe é de que a alta ocorra nos próximos dias para continuidade do tratamento em casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Milton Nascimento enfrenta outros problemas de saúde?</strong><br>Sim. Desde 2025, o artista convive com Demência por Corpos de Lewy (DCL), uma doença neurodegenerativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem é Milton Nascimento?</strong><br>Considerado um dos maiores nomes da música brasileira, Milton Nascimento é um dos principais representantes do movimento Clube da Esquina e possui reconhecimento internacional por sua contribuição à cultura brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/milton-nascimento-e-internado-para-tratar-pneumonia-equipe-informa-boa-evolucao-clinica/">Milton Nascimento é internado com pneumonia; equipe informa boa evolução clínica</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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		<item>
		<title>Janeiro Branco 2026 promove palestra sobre saúde mental em Rio Piracicaba &#8211; MG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Celia Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 16:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rio Piracicaba – O psicólogo, psicanalista e professor Elizeu Assis será um dos palestrantes da programação do Janeiro Branco 2026, em Rio Piracicaba, com a palestra “Saúde mental não é receita: escuta, sofrimento e responsabilidade na vida contemporânea”. A atividade acontece no dia 22 de janeiro, às 13 horas, no Ginásio Municipal. A palestra integra [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rio Piracicaba</strong> – O psicólogo, psicanalista e professor <strong>Elizeu Assis</strong> será um dos palestrantes da programação do <strong>Janeiro Branco 2026</strong>, em Rio Piracicaba, com a palestra <em>“Saúde mental não é receita: escuta, sofrimento e responsabilidade na vida contemporânea”</em>. A atividade acontece no dia <strong>22 de janeiro</strong>, às <strong>13 horas</strong>, no <strong>Ginásio Municipal</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A palestra integra a programação oficial do Janeiro Branco no município e é promovida pela Prefeitura Municipal de Rio Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da atividade é promover uma reflexão crítica sobre os modos contemporâneos de lidar com o sofrimento psíquico, questionando abordagens baseadas exclusivamente em respostas rápidas, diagnósticos e soluções padronizadas. O encontro enfatiza a importância da escuta, da responsabilidade ética e do cuidado com a saúde mental para além do âmbito individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apresentação, serão abordados temas como <strong>“escutar o sofrimento em tempos de pressa”</strong>, <strong>“saúde mental para além dos diagnósticos”</strong> e a relação entre sofrimento psíquico e vida coletiva, ampliando o debate para os aspectos sociais, culturais e institucionais do cuidado em saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Janeiro Branco é um convite para repensarmos o cuidado para além das fórmulas prontas. Nem todo sofrimento é doença, e nem toda dor pode ser silenciada. Escutar é um ato de responsabilidade”, afirma Elizeu Assis. O evento conta com a coordenação dos psicólogos Ítalo Ayala Aparecido Moreira e Ana Valamiel.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Elizeu Assis é psicólogo, psicanalista, professor universitário e pesquisador, com atuação em projetos sociais, culturais e educacionais na região do Médio Piracicaba. Seu trabalho articula psicanálise, cultura e sociedade, com ênfase na escuta do sujeito e na responsabilidade ética no cuidado em saúde mental.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">📌 <strong>SERVIÇO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento:</strong> Janeiro Branco 2026<br><strong>Palestra:</strong> <em>Saúde mental não é receita: escuta, sofrimento e responsabilidade na vida contemporânea</em><br><strong>Palestrante:</strong> Elizeu Assis<br><strong>Data:</strong> 22 de janeiro de 2026<br><strong>Horário:</strong> 13h<br><strong>Local:</strong> Ginásio Municipal – Rio Piracicaba<br><strong>Promoção:</strong> Prefeitura Municipal de Rio Piracicaba – Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social<br><strong>Coordenação:</strong> Ítalo Ayala Aparecido Moreira &#8211; Psicólogo. Ana Valamiel (referência técnica em Saúde Mental)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Aumento de 38% nos afastamentos por transtornos mentais no trabalho: um desafio para o mundo corporativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 10:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, observou-se um alarmante aumento de 38% nos afastamentos por transtornos de saúde mental no ambiente de trabalho. Essa tendência crescente levanta questões críticas sobre o impacto das demandas profissionais na saúde mental dos colaboradores. Também destaca a necessidade urgente de abordagens mais eficazes para lidar com esse fenômeno. Neste artigo, exploraremos as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, observou-se um alarmante aumento de 38% nos afastamentos por transtornos de saúde mental no ambiente de trabalho. Essa tendência crescente levanta questões críticas sobre o impacto das demandas profissionais na saúde mental dos colaboradores. Também destaca a necessidade urgente de abordagens mais eficazes para lidar com esse fenômeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, exploraremos as causas desse aumento, os desafios enfrentados e as possíveis soluções que as empresas podem adotar para promover ambientes mais saudáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisas apontam o aumento do número de casos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa realizada com 8.980 trabalhadores de diferentes níveis hierárquicos no país, obtida pelo&nbsp;<a href="https://valor.globo.com/carreira/noticia/2024/01/22/afastamentos-por-transtornos-de-saude-mental-sobem-38.ghtml">Valor Econômico</a>, mostra que 48% têm risco de&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental/">saúde mental</a>, 44% sofrem de<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/riscos-que-a-insonia-cronica-oferece-a-saude/">&nbsp;insônia</a>, 60% são sedentários e 60% têm sobrepeso e obesidade. As pessoas ouvidas no estudo promovido pela corretora de benefícios&nbsp;<a href="https://www.piposaude.com.br/">Pipo Saúde&nbsp;</a>pertencem a empresas de diferentes tamanhos e setores como tecnologia, varejo e bens de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2023, foram concedidos 288.865 benefícios por incapacidade devido a transtornos mentais e comportamentais no Brasil, 38% a mais do que em 2022, quando foram concedidos 209.124 benefícios. Em 2021, foram 200.244. Esses números contemplam os benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e os benefícios por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro estudo, o&nbsp;<a href="https://www.adpri.org/assets/people-at-work-2023-a-global-workforce-view/">People at Work 2023, realizado pelo ADP Research Institute</a>, ao ouvir 32.612 trabalhadores em 17 países, sendo 1.412 no Brasil, mostra como o tema de fato está circulando mais abertamente nas empresas. Globalmente, 68% sentem poder ter conversas sinceras sobre sua saúde física no trabalho e 64% afirmam o mesmo em relação à saúde mental. No Brasil, são 65% e 63%, respectivamente. De todo modo, 57% globalmente e 43% dos brasileiros não acham que seus gestores ou colegas estão preparados para conversar sobre saúde mental no trabalho sem julgamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transtornos mentais mais comuns no ambiente corporativo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas doenças mentais podem afetar os indivíduos no ambiente de trabalho, muitas vezes devido a uma combinação de fatores pessoais, profissionais e ambientais. Algumas das doenças mentais mais comuns no contexto laboral incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estresse</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/conheca-3-tipos-de-estresse-e-saiba-como-combate-los/">estresse&nbsp;</a>é uma reação natural do corpo a situações desafiadoras, mas o excesso de estresse pode levar a problemas mentais e físicos. Pressão no trabalho, prazos apertados, carga excessiva de tarefas e ambientes de trabalho hostis podem contribuir para o estresse.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Depressão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/compreendendo-a-depressao-uma-jornada-em-busca-da-saude-mental/">depressão</a>&nbsp;pode ser desencadeada por uma variedade de fatores, como isolamento social, falta de apoio, pressão constante e sensação de falta de controle sobre a vida profissional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ansiedade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ambientes de trabalho competitivos, incertezas sobre o futuro profissional, expectativas elevadas e pressões podem contribuir para a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/ansiedade-e-estresse-estrategias-para-gerenciamento-e-melhoria-da-saude-mental/">ansiedade.</a>&nbsp;Transtornos de ansiedade, como o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), podem impactar significativamente o desempenho no trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Síndrome de Burnout</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Caracterizada por exaustão física e emocional, a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/sindrome-de-burnout-e-doenca-ocupacional/">síndrome de burnout&nbsp;</a>está frequentemente associada a ambientes de trabalho com altas demandas, pouco reconhecimento e falta de equilíbrio entre vida profissional e pessoal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transtornos do Sono</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Jornadas de trabalho prolongadas, turnos noturnos e estresse podem interferir no<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/sono-e-saude-mental-5-disturbios-mentais-afetados-pelo-sono/">&nbsp;sono</a>, levando a distúrbios como insônia ou síndrome da apneia do sono.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transtornos Alimentares</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pressões relacionadas à aparência e ao desempenho, bem como padrões alimentares irregulares devido a horários de trabalho extensos, podem contribuir para&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/transtornos-de-ansiedade-e-compulsao-alimentar/">transtornos alimentares</a>&nbsp;como anorexia ou bulimia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Abuso de Substâncias</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso abusivo de substâncias pode ser uma forma de lidar com o&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/o-estresse-no-trabalho-pode-levar-ao-uso-de-drogas-entenda/">estresse</a>, a pressão e os desafios no trabalho. Álcool e drogas podem ser usados como mecanismos de enfrentamento inadequados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que essas doenças mentais podem resultar de uma interação complexa entre fatores individuais, organizacionais e sociais. O apoio adequado, tanto a nível pessoal quanto organizacional, pode desempenhar um papel crucial na prevenção e tratamento dessas condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciativas como programas de bem-estar no local de trabalho, políticas de gestão do estresse e acesso a serviços de saúde mental são essenciais para promover um ambiente de trabalho saudável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas do aumento nos afastamentos por saúde mental</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos fatores contribuem para o aumento significativo nos afastamentos relacionados à saúde mental. Uma carga de trabalho intensa, prazos apertados, ambientes competitivos e a pressão constante para atingir metas podem criar um terreno propício para o desenvolvimento de transtornos mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a pandemia global trouxe consigo desafios adicionais, como o isolamento social, a incerteza econômica e a adaptação às mudanças no formato de trabalho, o que intensificou os estressores no ambiente profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de reconhecimento e aceitação dos problemas de saúde mental também desempenha um papel crucial nesse aumento. Muitas vezes, os trabalhadores hesitam em buscar ajuda devido ao estigma associado aos transtornos mentais, o que pode levar ao agravamento dos sintomas e, eventualmente, ao afastamento do trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios Enfrentados pelos Trabalhadores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os indivíduos que enfrentam transtornos mentais no ambiente de trabalho frequentemente se deparam com uma série de desafios. O estigma já mencionado pode levar à discriminação, isolamento e até mesmo à perda de oportunidades de carreira. A pressão social para esconder problemas mentais dificulta a busca de apoio e tratamento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as estruturas organizacionais muitas vezes não estão equipadas para lidar com questões de saúde mental de maneira eficaz. A falta de programas de bem-estar, recursos adequados e uma cultura de trabalho que valorize o equilíbrio entre vida profissional e pessoal contribui para a deterioração da saúde mental dos colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o uso do WhatsApp no ambiente de trabalho pode ser uma ferramenta eficaz para a comunicação rápida e eficiente entre colegas de equipe. No entanto, é importante estabelecer limites claros para garantir um equilíbrio adequado entre trabalho e vida pessoal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Soluções e Intervenções Possíveis</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para reverter essa tendência preocupante, as empresas devem adotar uma abordagem proativa em relação à saúde mental de seus colaboradores. Isso inclui a implementação de programas de bem-estar abrangentes, treinamento de liderança para reconhecimento de sinais de estresse e ansiedade, e a promoção de uma cultura que destaque a importância do equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensibilização é uma ferramenta poderosa na luta contra o estigma. Campanhas educativas e palestras sobre saúde mental podem criar um ambiente mais compreensivo e solidário, incentivando os trabalhadores a procurarem ajuda sem receios de consequências negativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer recursos adequados, como acesso a profissionais de saúde mental, linhas de apoio e programas de aconselhamento, é fundamental para garantir que os colaboradores recebam o suporte necessário quando enfrentam desafios emocionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento de 38% nos afastamentos por transtornos de saúde mental no ambiente de trabalho é um sinal claro de que as empresas precisam repensar suas práticas e políticas. Priorizar a saúde mental dos colaboradores não apenas beneficia os indivíduos, mas também contribui para ambientes de trabalho mais produtivos e saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É imperativo que as organizações abracem uma cultura que valorize a saúde mental, normalizando as conversas sobre o tema e implementando medidas concretas para apoiar seus funcionários. Ao fazê-lo, não apenas ajudarão a reverter a tendência alarmante observada nos afastamentos, mas também construirão um ambiente profissional mais compassivo e resiliente para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você também pode entender mais sobre o assunto e ter dicas conosco sobre como<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/importancia-de-cuidar-da-saude-mental-no-trabalho/">&nbsp;cuidar da sua saúde mental no trabalho&nbsp;</a>e ter uma vida mais saudável e equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tagged<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/tag/transtornos-mentais-no-trabalho/">Transtornos Mentais no Trabalho</a></p>
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		<title>Moradores do Bairro de Lages, em Bela Vista de Minas/MG  reclamam de água suja e temem risco de contaminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 18:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns moradores da Rua João Batista Daniel, no bairro de Lages, em Bela Vista de Minas, procuraram a reportagem do nosso super jornal &#8211; ofato.news &#8211; para expressarem a preocupação em relação a qualidade da água fornecida pela concessionaria COPASA – Companhia de Saneamento de Minas Gerais. Essas queixas são legítimas e merecem atenção imediata, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Alguns moradores da Rua João Batista Daniel, no bairro de Lages, em Bela Vista de Minas, procuraram a reportagem do nosso super jornal &#8211; <a href="https://ofato.news/">ofato.news</a> &#8211; para expressarem a preocupação em relação a qualidade da água fornecida pela concessionaria COPASA – Companhia de Saneamento de Minas Gerais. Essas queixas são legítimas e merecem atenção imediata, do poder público, pois a qualidade da água é essencial para a saúde e bem-estar da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles acreditam que as possíveis causas da água suja são, dentre outras: tubulações antigas e corroídas podem liberar sedimentos e impurezas na água; falhas ou ineficiências no processo de tratamento de água podem resultar na distribuição de água de baixa qualidade, contaminação local devido a obras mal feitas, acidentes ou vazamentos que podem estar causando contaminação temporária da água e, por fim; a própria fonte de água pode estar contaminada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vereadores não fiscalizam</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Demonstrando muita preocupação com o problema os moradores relataram casos de &#8220;dores no estomago e diarreia em crianças e idosos&#8221; (sic), eles estão se sentindo abandonados pelo poder público e afirmam que<em> &#8220;os vereadores não estão fiscalizando o Poder Executivo que é o responsável por cobrar da COPASA</em>&#8221; (sic).</p>



<p class="wp-block-paragraph">É indispensável verificar a causa do problema e se necessário for realizar a substituição dessas tubulações e a manutenção regular é essencial. É importante também que a Copasa garanta a operação correta de todas as etapas do tratamento. A prefeitura deve investigar e resolver essas questões rapidamente, por fim, medidas corretivas e preventivas devem ser adotadas para garantir a segurança da água desde a origem. É o que afirma parte significativa dos moradores de Lages</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ações Recomendadas para os Moradores:</strong></p>



<ol class="wp-block-list" start="1">
<li><strong>Relatar Imediatamente à Copasa:</strong> Utilize os canais de atendimento ao cliente da Copasa para reportar o problema. Faça isso por telefone, site oficial ou redes sociais.</li>



<li><strong>Documentar Reclamações:</strong> Mantenha um registro de todas as reclamações, incluindo datas, horas e respostas recebidas. Isso ajudará a monitorar o progresso na resolução do problema.</li>



<li><strong>Organizar a Comunidade:</strong> Reúna os moradores para uma ação coletiva, como um abaixo-assinado, para aumentar a pressão sobre a Copasa e garantir que as demandas sejam ouvidas.</li>



<li><strong>Buscar Apoio das Autoridades Locais:</strong> Informe as autoridades municipais sobre o problema e peça apoio para exigir soluções da Copasa.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contato com a Copasa:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Telefone:</strong> Ligar para o serviço de atendimento ao cliente da Copasa. <a href="https://www.google.com/search?q=TELEFONE+COPASA+BELA+VISTA+DE+MINAS&amp;oq=TELEFONE+COPASA+BELA+VISTA+DE+MINAS&amp;aqs=chrome..69i57j0i22i30l2j0i512i546l3.5616j0j15&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#">(31) 3853-1332</a></li>



<li><strong>Site:</strong> <a href="https://www.copasa.com.br/">Copasa</a>.</li>



<li><strong>Redes Sociais:</strong> Usar plataformas como Facebook e Twitter para reportar e obter respostas rápidas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da água é um direito de todos, e é fundamental que a Copasa responda de forma eficiente e eficaz às preocupações dos moradores de Lages, em Bela Vista de Minas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>O Fato se coloca como um dispositivo a serviço dos cidadãos e contra os interesses dos poderosos que saqueiam o poder público deixando a população abandonada e sem assistência. <strong>Para que Notícias, leia O Fato</strong></em><strong>&#8220;.</strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/agua-apresenta-sujeira-e-risco-de-contaminacao-reclama-moradores-do-bairro-de-lages-em-bela-vista-de-minas-mg/">Moradores do Bairro de Lages, em Bela Vista de Minas/MG  reclamam de água suja e temem risco de contaminação</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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		<title>Brasil vive ‘2ª pandemia’ na saúde mental, com multidão de deprimidos e ansiosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 17:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O total de óbitos no país por lesões autoprovocadas dobrou de cerca de 7.000 para 14 mil nos últimos 20 anos, segundo o Datasus “É tristeza o nome da doença, a pior que tem”, diz Gerson Hein, 48, secando a testa com o antebraço numa manhã ensolarada de inverno. Enquanto segura uma muda verde de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/brasil-vive-2a-pandemia-na-saude-mental-com-multidao-de-deprimidos-e-ansiosos/">Brasil vive ‘2ª pandemia’ na saúde mental, com multidão de deprimidos e ansiosos</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O total de óbitos no país por lesões autoprovocadas dobrou de cerca de 7.000 para 14 mil nos últimos 20 anos, segundo o Datasus</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“É tristeza o nome da doença, a pior que tem”, diz Gerson Hein, 48, secando a testa com o antebraço numa manhã ensolarada de inverno. Enquanto segura uma muda verde de fumo, as botas sujas de terra, ele aponta para os cinco bois do outro lado da cerca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eles tão tudo assim felizes pastando, mas tem que estar sempre prestando atenção. Se um se isolar do bando, arriar as orelhas e murchar o rabo, tem alguma coisa de errado.” O agricultor fala dos bichos, mas o assunto é gente: “Dá igual no ser humano, dá e mata”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerson felizmente nunca viu de perto, mas sua propriedade fica numa região onde casos de enforcamento já não chocam mais. A cidade é Venâncio Aires (RS), a uma hora de Porto Alegre, que historicamente tem uma das mais&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/10/brasileiros-sao-os-que-mais-se-preocupam-com-sua-saude-mental-entre-30-paises.shtml">altas taxas de suicídios do Brasil</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram nove óbitos e 38 tentativas só nos seis primeiros meses deste ano, sendo agricultores como ele as vítimas mais comuns. O município gaúcho de 72 mil habitantes reflete um&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/brasil-no-diva/">país que adoece mentalmente</a>&nbsp;e acumula uma multidão de&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2019/09/como-saber-se-tenho-depressao.shtml">deprimidos</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/blogs/saude-mental/2022/02/ansiedade-e-assunto-mais-pesquisado-em-plataforma-de-terapia-online.shtml">ansiosos&nbsp;</a>e, consequentemente, de mortos.https://www.youtube.com/embed/-Eq0Vxmi2YU?enablejsapi=1</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total de óbitos no país por lesões autoprovocadas dobrou de cerca de 7.000 para 14 mil nos últimos 20 anos, segundo o Datasus, sem considerar a subnotificação. Isso equivale a mais de um óbito por hora, superando as mortes em acidentes de moto ou por HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A curva vai na contramão do resto do mundo, mas segue a tendência da América Latina, <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/06/oms-alerta-para-piora-da-saude-mental-na-pandemia-e-pede-mais-investimentos.shtml">de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde)</a>, que atribui a piora à pobreza, à desigualdade, à exposição a situações de violência e ausência ou à ineficiência de planos de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tudo é em forma de tentar sair da vida que a gente leva”, afirma Ana Paula da Silva, 39. Ela conta que tem episódios de automutilação e que tentou tirar a própria vida cinco vezes, relembrando uma infância de ausências: “Às vezes, a gente só tinha o almoço ou a janta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começou a trabalhar aos 14 e se prostituiu nas ruas de Venâncio depois que perdeu o pai, alcoólatra. Também se rendeu à cocaína e à bebida. ​Hoje, sente-se melhor e tenta recomeçar com as rodas de conversa e a água quentinha do chimarrão de que gosta no Caps (Centro de Atenção Psicossocial).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/07/08/165731111062c88f8626e5c_1657311110_3x2_md.jpg" alt="Mulher negra sentada em um pequeno muro de pedras olha para a câmera, com as mãos sobre as pernas"/></figure></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Ana Paula da Silva, 39, faz tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Venâncio Aires (RS) –&nbsp;Adriano Vizoni/Folhapress</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1397938-rio-grande-do-sul-lidera-estatisticas-de-suicidio-no-pais.shtml">Rio Grande do Sul ocupa sempre o topo do ranking</a>&nbsp;brasileiro, por motivos que até o comitê estadual de prevenção do suicídio tem dificuldades de entender. As hipóteses&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff13109821.htm">passam pela cultura herdada da colonização alemã</a>: “No Sul,&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/blogs/saude-mental/">saúde mental</a>&nbsp;é vista como besteira, como se a pessoa não quisesse trabalhar”, diz a coordenadora do comitê, Andréia Volkmer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Vale do Rio Pardo, onde fica Venâncio Aires, soma-se ainda o fator econômico de uma&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff04019918.htm">região que depende essencialmente do tabaco</a>&nbsp;e, portanto, do clima e da qualidade da safra. Muitas vítimas ali são homens acima dos 50 anos, fumicultores que não se sentem mais produtivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores também citam os agrotóxicos organofosforados como desencadeadores da depressão. A cidade, porém, diz que os casos variam muito e põe o fator em segundo plano: “Identificamos muitas pessoas que tinham sofrido violência ou eram violentos, por exemplo”, diz a enfermeira Patrícia Antoni, coordenadora do comitê municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os motivos são complexos e múltiplos, mas “a palavra mais perigosa que tem é quando a pessoa diz ‘cansei’, aí tem que correr”, afirma o psiquiatra Ricardo Nogueira, docente da Ulbra (Universidade Luterana do Brasil) e autor de dois livros e de um manual sobre prevenção ao suicídio no estado.</p>



<h6 class="has-text-align-center wp-block-heading" id="gallery-description-1737821190242668"><img decoding="async" width="768" height="512" src="https://diariodaserrademaracaju.com.br/wp-content/uploads/2022/07/165731552562c8a0c5040c0_1657315525_3x2_md.jpg" alt=""></h6>



<h6 class="has-text-align-left wp-block-heading" id="gallery-description-1737821190242668"><strong>O casal de agricultores Fernando Luís, 45, e Simone Reginatto, 42, segura folhas secas de tabaco em Venâncio Aires (RS), cidade com uma das maiores taxas de  suicídio do país – Adriano Vizoni/Folhapress</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Ele descreve o ato como o ponto final “dos seis Ds”: desesperança, depressão, desemprego, desamor, desamparo e desespero. Prevenir o suicídio é, então, prevenir o sofrimento mental em suas diversas formas. E não são poucas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O leque de transtornos chega a mais de 300 tipos, segundo a classificação DSM 5, referência internacional criada pela Associação Americana de Psiquiatria. Mas os mais comuns são&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/blogs/saude-mental/2022/01/ansiedade-psiquiatra-explica-o-que-e-o-transtorno-e-como-e-o-tratamento.shtml">ansiedade&nbsp;</a>e&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/depressao/">depressão</a>, problemas que o Brasil conhece bem, como mostram diferentes pesquisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento da OMS em 2017 apontou o Brasil como o país com&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2021/02/brasil-lidera-indices-de-ansiedade-e-depressao-durante-pandemia-aponta-levantamento.shtml">o maior índice de ansiosos</a>&nbsp;do mundo (9,3% ou 18 milhões de pessoas) e o terceiro maior em depressivos (5,8% ou 11 milhões), muito próximo dos EUA e da Austrália (5,9%) —a entidade pondera que não se pode falar em ranking, porque são estimativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, porém, esses números já estão longe da realidade. Os&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/03/casos-de-ansiedade-e-depressao-cresceram-mais-de-25-na-pandemia-diz-oms.shtml">efeitos do luto, do medo e do isolamento pela Covid-19</a>&nbsp;foram explosivos nos últimos dois anos (apesar de o período não ter influenciado de forma significativa nos&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/04/suicidios-de-pms-aceleram-em-sp-e-colocam-comando-em-alerta-para-saude-mental.shtml">suicídios</a>, especificamente).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/06/pandemia-causa-mais-diagnosticos-de-depressao-e-piora-de-habitos-saudaveis.shtml">última pesquisa mais abrangente</a>, da Vital Strategies e da Universidade Federal de Pelotas, mostrou que os que dizem ter sido diagnosticados com depressão subiram de 9,6% antes da <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/coronavirus/">pandemia </a>para 13,5% em 2022. A Associação Brasileira de Psiquiatria cita que um quarto da população tem, teve ou terá depressão ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos saindo da pandemia de coronavírus e entrando numa pandemia de saúde mental”, diz Nogueira. “No auge da Covid, nós íamos atender os pacientes em casa e eles diziam: ‘doutor, pelo amor de Deus, abram os bares, porque aí pelo menos paramos de beber quando eles fecham’.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os bares fechavam, o mesmo acontecia com serviços de saúde mental, o que reprimiu a demanda e fez os pacientes em crise aumentarem. No Caps da Restinga, extremo sul de Porto Alegre, por exemplo, os 3.000 atendimentos anuais de dependentes químicos viraram 14 mil, incluindo mais mulheres e pessoas de classe média.</p>



<h2 class="wp-block-heading">VOCÊ JÁ VIU OU VAI VER NA SÉRIE BRASIL NO DIVÃ</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Série de reportagens investiga a explosão de problemas de saúde mental no Brasil e como o SUS tem lidado com os casos</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>A explosão dos transtornos mentais no Brasil</strong></li><li><strong>A capacidade do nosso sistema público (25.jul)</strong></li><li><strong>O fim dos manicômios (1º.ago)</strong></li><li><strong>Mitos e preconceitos na saúde mental (8.ago)</strong></li><li><strong>Temos cura? (15.ago)</strong></li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos meses, a equipe da unidade da Restinga teve que dar atenção especial à aldeia indígena Van-Ká, da etnia Kaingang, a alguns quilômetros dali. Um de seus líderes, Eli Fidelis, 51, suicidou-se depois de anos em uma depressão profunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aqui a gente faz nossas festas. Menos velório, que não é para acontecer mais”, diz Nerlei, 38, o caçula dos oito irmãos, indicando um espaço coberto e circular. “Um tempo atrás a gente nem sabia o que era depressão”, afirma outro irmão, o cacique Odirlei, 40.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eli é um exemplo de uma parcela da população que&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/cresce-suicidio-entre-indios-carajas-em-mt.shtml">carrega o triplo da taxa de suicídios brasileira</a>, diretamente relacionada, entre outros fatores, ao alcoolismo. O fenômeno não é generalizado, mas localizado em comunidades e etnias específicas e concentrado nos adolescentes,&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Estrategia_Prevencao_Suicidio_Povos_Indigenas.pdf">segundo o Ministério da Saúde</a>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/07/08/165731126862c89024384ab_1657311268_3x2_md.jpg" alt="Dois homens e duas mulheres com traços indígenas olham para a câmera sentados ou em pé em frente a uma casa. Eles vestem casacos de frio"/></figure></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O cacique Odirlei Fidelis, 40 (jaqueta azul), sua mãe (ao centro) e seus irmãos Nerlei, 38, e Noeli, 52, na aldeia indígena Kaingang, na zona sul de Porto Alegre; um dos irmãos se suicidou há poucos meses –&nbsp;Adriano Vizoni/Folhapress</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Outros estratos que acendem alertas&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/07/suicidio-de-policiais-cresce-55-em-um-ano-no-brasil.shtml">são policiais&nbsp;</a>e pessoas LGBTQIA+. As chances de um jovem desse segundo grupo ter um transtorno mental é três vezes maior para ansiedade, duas vezes para depressão e cinco vezes para estresse pós-traumático, mostrou um estudo feito em escolas de São Paulo e Porto Alegre em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os adolescentes e <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2022/06/como-apoiar-filhos-jovens-adultos-com-problemas-de-saude-mental.shtml">jovens-adultos em geral</a> são, agora, a maior preocupação no país e no mundo, com índices de mortes autoprovocadas disparando acima da média.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização bate na tecla de que o suicídio é prevenível, recomendando quatro diretrizes principais aos países: dificultar o acesso aos principais métodos utilizados; qualificar o trabalho da mídia para que neutralize relatos e enfatize histórias de superação; expandir e fortalecer os&nbsp;<a href="https://saudemental.blogfolha.uol.com.br/2021/10/02/saiba-onde-encontrar-atendimento-psicologico-e-psiquiatrico-gratuito-oferecido-pelo-sus/">serviços de saúde mental</a>, capacitando profissionais para identificar casos precoces; trabalhar habilidades socioemocionais nos espaços de ensino.</p>



<h2 class="wp-block-heading">FIQUE ATENTO SE ALGUÉM PRÓXIMO DE VOCÊ…</h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Mostrar falta de esperança ou muita preocupação com sua própria morte</strong></li><li><strong>Expressar ideias ou intenções suicidas</strong></li><li><strong>Se isolar de suas atividades sociais e cortar o contato com outras pessoas</strong></li><li><strong>Além disso: perder o emprego, sofrer discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero, sofrer agressões psicológicas ou físicas, diminuir práticas de autocuidado.</strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na Escola Municipal Dom Pedro 2º, em Venâncio, por exemplo, usa-se a figura dos girassóis, que “olham um para o outro em dias nublados”. Tornou-se comum que alunos chamem os professores quando observam algo de errado com os colegas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, evitaram as mudanças de humor e os choros que frequentemente começavam sem motivo em sala de aula. “Contra o suicídio não tem vacina. O que tem que ter é gente sensibilizada, treinada e capacitada”, lembra o psiquiatra Ricardo Nogueira.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-que-e-a-serie-brasil-no-diva">ONDE PROCURAR AJUDA?</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mapa Saúde Mental</strong><br>Site mapeia diversos tipos de atendimento:&nbsp;<a href="https://www.mapasaudemental.com.br/atendimento-online-para-todos-os-publicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.mapasaudemental.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CVV (Centro de Valorização da Vida)</strong><br>Voluntários atendem ligações gratuitas 24 horas por dia no número 188:&nbsp;<a href="https://www.cvv.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.cvv.org.br</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O QUE É A SÉRIE BRASIL NO DIVÃ</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depressão, ansiedade,&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/blogs/saude-mental/2022/05/pessoas-que-tiveram-burnout-contam-como-superaram-o-esgotamento-profissional.shtml">burnout</a>, esquizofrenia, suicídio: a explosão dos transtornos mentais foi citada exaustivamente durante mais de dois anos de pandemia. No entanto, pouco se aprofundou na capacidade do sistema público de saúde mental, que passa por uma grande reforma psiquiátrica há mais de 20 anos. A série&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/brasil-no-diva/">Brasil no divã</a>&nbsp;discute o tamanho do problema, a capacidade do SUS, o fim dos manicômios, mitos e preconceitos que dominam o assunto e as saídas possíveis.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/brasil-vive-2a-pandemia-na-saude-mental-com-multidao-de-deprimidos-e-ansiosos/">Brasil vive ‘2ª pandemia’ na saúde mental, com multidão de deprimidos e ansiosos</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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