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	<title>Arquivo de Meio Ambiente - O Fato News</title>
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	<description>Notícias de João Monlevade e Médio Piracicaba</description>
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	<title>Arquivo de Meio Ambiente - O Fato News</title>
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		<title>Radar nas Redes &#124; 20 de agosto: incêndio no Loanda, ataque ao Samu e transtornos na BR-381 mobilizam João Monlevade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 23:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BR-381]]></category>
		<category><![CDATA[João Monlevade]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Radar nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública.]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Wilson Alvarenga]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio no Loanda]]></category>
		<category><![CDATA[Samu]]></category>
		<category><![CDATA[serviços públicos]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Radar nas Redes de 20 de agosto destaca incêndio no Loanda, ataque à ambulância do Samu, trânsito na BR-381 e intervenções urbanas em João Monlevade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-20-agosto-2026/">Radar nas Redes | 20 de agosto: incêndio no Loanda, ataque ao Samu e transtornos na BR-381 mobilizam João Monlevade</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="linha-fina wp-block-paragraph"><strong>Fogo de grandes proporções, disparo contra ambulância, congestionamentos e intervenções urbanas concentraram a atenção pública em João Monlevade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JOÃO MONLEVADE (MG)</strong> — O <strong>Radar nas Redes 20 de agosto de 2026</strong> reuniu ocorrências que afetaram diretamente a segurança, a mobilidade e a rotina dos moradores. O incêndio de grandes proporções no bairro Loanda liderou a repercussão desta quinta-feira, seguido pelo ataque a tiros contra uma ambulância do Samu, pelos transtornos associados às obras da BR-381 e pelas intervenções na Avenida Wilson Alvarenga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Incêndio no Loanda mobiliza cerca de 30 combatentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O assunto de maior impacto foi o incêndio que começou por volta das 11h45 nas proximidades do Colégio EMIP, no Loanda. As chamas avançaram pela vegetação em direção à escola e, depois, às antenas instaladas na região do Campo de Aviação. A operação se estendeu até aproximadamente 21h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 30 pessoas participaram do combate, entre militares do Corpo de Bombeiros, integrantes da Brigada Florestal Voluntária de João Monlevade e brigadistas da ArcelorMittal. Inicialmente, as equipes priorizaram proteger a unidade escolar e as pessoas que estavam no imóvel. Não houve registro de vítimas. A ocorrência completa está detalhada na reportagem do <a href="https://ofato.news/incendio-loanda-joao-monlevade-30-combatentes/">O Fato News sobre o incêndio no Loanda</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o episódio reacendeu o debate sobre prevenção durante o período seco. A baixa umidade, a vegetação ressecada e o terreno acidentado favorecem a propagação do fogo e dificultam o acesso das equipes. As informações operacionais foram confirmadas em relatos publicados pelo <a href="https://defatoonline.com.br/incendio-de-grandes-proporcoes-atinge-area-de-vegetacao-em-joao-monlevade/" target="_blank" rel="noopener">DeFato Online</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tiro contra ambulância do Samu provoca indignação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, outra ocorrência ganhou grande repercussão foi o disparo contra uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, no bairro Nova Esperança. A equipe atendia uma mulher de 20 anos quando um projétil atingiu e atravessou a porta traseira do veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ninguém ficou ferido, mas os profissionais deixaram o restante do plantão em razão do abalo emocional. A Polícia Militar prendeu um jovem de 19 anos como suspeito. Segundo as informações iniciais, o suspeito teria efetuado o disparo durante um conflito envolvendo a paciente, o ex-companheiro e o atual namorado dela. O caso foi noticiado por <a href="https://anoticiaregional.com.br/noticias/policia/pm-prende-suspeito-de-atirar-contra-ambulancia-do-samu-em-monlevade/" target="_blank" rel="noopener">A Notícia Regional</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a ocorrência ultrapassou a dimensão policial porque atingiu um serviço essencial. O Sevor manifestou repúdio ao ataque e destacou que agressões contra equipes de emergência colocam em risco tanto os socorristas quanto pacientes que dependem de atendimento rápido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">BR-381 e semáforo com defeito ampliam reclamações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o trânsito ocupou espaço central na conversa pública. Congestionamentos ligados às obras de duplicação da BR-381, especialmente nos acessos aos bairros Sion e Cruzeiro Celeste, voltaram a gerar reclamações. O funcionamento inadequado de um semáforo aumentou a preocupação de motoristas e moradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema chegou à Câmara Municipal, onde vereadores cobraram soluções para reduzir os transtornos e melhorar a sinalização. A região considera a duplicação estratégica. No entanto, as intervenções temporárias exigem planejamento e comunicação para reduzir o impacto sobre os deslocamentos urbanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilidade na rodovia já vinha sendo acompanhada pelo site no <a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-obras-da-br-381-revitalizacao-da-avenida-wilson-alvarenga-e-investimentos-em-saude-lideram-as-conversas-desta-sexta-feira-em-joao-monlevade/">Radar sobre as obras da BR-381 e investimentos em João Monlevade</a>. Além das obras, a população acompanha mudanças como os <a href="https://ofato.news/pedagios-da-br-381-terao-novos-valores-a-partir-de-6-de-agosto-veja-quanto-sera-cobrado-em-joao-monlevade/">novos valores dos pedágios da BR-381</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Intervenção na Wilson Alvarenga prepara revitalização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o Departamento de Águas e Esgotos iniciou uma intervenção na pista de caminhada da Avenida Wilson Alvarenga, no trecho entre o quartel da Polícia Militar e a Incubadora de Empresas. O serviço envolve adequações e remanejamento da rede de água antes da revitalização da avenida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, a previsão divulgada era de interdição parcial por aproximadamente cinco dias. A medida busca evitar que a nova pavimentação precise ser aberta futuramente para correções na rede. O andamento da <a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-revitalizacao-da-pista-de-caminhada-da-avenida-wilson-alvarenga-avanca-e-reforca-investimentos-em-mobilidade-esporte-e-lazer-em-joao-monlevade/">revitalização da pista de caminhada da Wilson Alvarenga</a> integra o cluster de mobilidade, esporte e lazer acompanhado pelo O Fato News.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviços públicos completam a pauta do dia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outros temas ajudaram a compor o cenário desta quinta-feira. O atendimento do Cadastro Único completou um ano no Espaço Bem Viver, enquanto o município decretou luto oficial pela morte do empresário Nicolau Alves Fernandes. No calendário eleitoral, 20 de agosto também foi o último dia para solicitar, alterar ou cancelar o voto em trânsito nas eleições de 2026, conforme orientação do <a href="https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Superior Eleitoral</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses assuntos mostram a amplitude do <strong>Radar nas Redes 20 de agosto de 2026</strong>: uma leitura diária que conecta fatos urgentes, prestação de serviço e temas estruturais de João Monlevade e do Médio Piracicaba.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Quando e onde começou o incêndio no Loanda?</strong><br>O fogo começou por volta das 11h45 de 20 de agosto, nas proximidades do Colégio EMIP, e avançou em direção ao Campo de Aviação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Houve feridos no incêndio ou no ataque à ambulância?</strong><br>Não houve registro de vítimas no incêndio nem no disparo que atingiu a porta traseira da ambulância do Samu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. O suspeito de atirar contra o Samu foi preso?</strong><br>Sim. A Polícia Militar prendeu um jovem de 19 anos apontado como suspeito do disparo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Por que a pista da Avenida Wilson Alvarenga teve interdição parcial?</strong><br>O DAE realiza adequações na rede de água antes da obra de revitalização e da nova pavimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Quais são os principais temas do Radar de 20 de agosto?</strong><br>Incêndio no Loanda, ataque à ambulância do Samu, trânsito na BR-381, intervenção na Wilson Alvarenga e serviços públicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia também</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://ofato.news/incendio-loanda-joao-monlevade-30-combatentes/">Incêndio no Loanda ameaça escola e mobiliza cerca de 30 combatentes</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-obras-da-br-381-revitalizacao-da-avenida-wilson-alvarenga-e-investimentos-em-saude-lideram-as-conversas-desta-sexta-feira-em-joao-monlevade/">Obras da BR-381, Wilson Alvarenga e saúde lideram as conversas</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-revitalizacao-da-pista-de-caminhada-da-avenida-wilson-alvarenga-avanca-e-reforca-investimentos-em-mobilidade-esporte-e-lazer-em-joao-monlevade/">Revitalização da pista da Wilson Alvarenga avança</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-12-agosto-2026/">Radar nas Redes | 12 de agosto de 2026</a></li>
<li><a href="https://ofato.news/pedagios-da-br-381-terao-novos-valores-a-partir-de-6-de-agosto-veja-quanto-sera-cobrado-em-joao-monlevade/">Pedágios da BR-381 têm novos valores; veja quanto é cobrado</a></li>
</ul>
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		<title>Incêndio de grandes proporções atinge Loanda, ameaça escola e mobiliza cerca de 30 combatentes em João Monlevade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 22:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros João Monlevade]]></category>
		<category><![CDATA[João Monlevade]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública.]]></category>
		<category><![CDATA[ArcelorMittal]]></category>
		<category><![CDATA[Brigada Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Loanda]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fogo avançou por aproximadamente 25 hectares de vegetação entre o Loanda e o Campo de Aviação; operação durou cerca de nove horas e terminou sem registro de vítimas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>JOÃO MONLEVADE (MG)</strong> — O incêndio no Loanda atingiu uma extensa área de vegetação no bairro Loanda e avançou em direção à região do Campo de Aviação, em João Monlevade, nesta quinta-feira, 20 de agosto. O fogo começou por volta das 11h45, ameaçou uma escola e mobilizou aproximadamente <strong>30 combatentes</strong> durante cerca de nove horas. A ocorrência terminou às 21h, sem registro de vítimas.</p>
<p>O incêndio começou nas proximidades do Colégio EMIP. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, as chamas já haviam se espalhado pela vegetação e avançavam em direção à edificação e às pessoas que estavam no imóvel. Diante do risco, os militares concentraram inicialmente os esforços na proteção da escola.</p>
<p>Depois de controlar o fogo naquela área e garantir a segurança da unidade escolar, as equipes precisaram enfrentar uma segunda frente. As chamas avançavam em direção às antenas localizadas no Campo de Aviação. Assim, uma ocorrência iniciada nas proximidades da escola passou a atingir uma área extensa do município.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ofato.news/wp-content/uploads/2026/08/codex-clipboard-a7a03095-a385-45b2-aa8e-d7a64f477015.png" alt="Combatente atua próximo a focos de incêndio em área de vegetação no Loanda, em João Monlevade."/><figcaption>Chamas avançaram pela vegetação entre o Loanda e o Campo de Aviação. Imagem cedida ao O Fato News.</figcaption></figure>
<h2>Incêndio no Loanda mobilizou cerca de 30 pessoas</h2>
<p>A dimensão do incêndio exigiu uma operação conjunta. Participaram militares do <strong>Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais</strong>, brigadistas da <strong>ArcelorMittal</strong> e integrantes da <strong>Brigada Florestal Voluntária de João Monlevade</strong>.</p>
<p>Ao todo, a operação empregou três viaturas do Corpo de Bombeiros, três caminhões-pipa da ArcelorMittal e duas viaturas da Brigada Florestal. Aproximadamente 30 pessoas participaram do combate, conforme informações divulgadas sobre a ocorrência pelo <a href="https://defatoonline.com.br/incendio-de-grandes-proporcoes-atinge-area-de-vegetacao-em-joao-monlevade/" target="_blank" rel="noopener">DeFato Online</a>.</p>
<p>Além disso, as características do terreno dificultaram o trabalho. A área apresenta trechos acidentados e estava coberta principalmente por braquiária seca, condição que exigiu atenção das equipes durante o avanço pelas diferentes frentes do incêndio.</p>
<p>O trabalho também contou com monitoramento por drone. Dessa forma, os combatentes puderam acompanhar a evolução das chamas e identificar áreas que exigiam maior atenção.</p>
<h2>Incêndio queimou aproximadamente 25 hectares</h2>
<p>A estimativa divulgada durante a ocorrência aponta que o incêndio atingiu cerca de <strong>25 hectares de vegetação</strong>. Isso corresponde, aproximadamente, a uma área de 250 mil metros quadrados.</p>
<p>Entretanto, o desafio não estava apenas no tamanho da área atingida. O avanço das chamas colocou diferentes pontos sensíveis no caminho do fogo.</p>
<p>Além da escola, as equipes trabalharam para proteger a mata existente nas proximidades do hospital, os equipamentos instalados na região das antenas e outras edificações do entorno.</p>
<p>Por isso, a estratégia de combate precisou mudar ao longo do dia. À medida que uma frente era controlada, os combatentes se deslocavam para impedir que as chamas atingissem novas áreas.</p>
<h2>Combate durou aproximadamente nove horas</h2>
<p>A ocorrência começou por volta das 11h45 e somente foi encerrada às 21h.</p>
<p>Mesmo depois do controle das principais frentes, as equipes permaneceram no local durante a noite para verificar pontos de risco e a possibilidade de reignição.</p>
<p>Uma nova avaliação foi realizada antes do encerramento da operação. Naquele momento, não havia focos remanescentes nem sinais de que o incêndio pudesse recomeçar.</p>
<p>Apesar da extensão da área atingida e da proximidade das chamas com edificações, <strong>não houve registro de vítimas</strong>. As áreas consideradas mais sensíveis também permaneceram protegidas.</p>
<h2>Período seco aumenta preocupação com incêndios</h2>
<p>A ocorrência acontece durante um período do ano em que a baixa umidade, a redução das chuvas e a vegetação mais seca aumentam a preocupação com incêndios florestais e queimadas.</p>
<p>Entretanto, é importante fazer uma distinção. <strong>As condições de estiagem podem favorecer a propagação do fogo, mas isso não permite concluir que tenham provocado o incêndio do Loanda.</strong></p>
<p>Até o momento, as informações consultadas pelo O Fato News não permitem apontar a causa do incêndio. Por isso, a origem das chamas permanece como uma das principais questões que precisam ser esclarecidas.</p>
<p>O episódio também chama atenção para comportamentos que aumentam o risco durante a estiagem. Queimar lixo ou vegetação, lançar pontas de cigarro em áreas secas e utilizar fogo para limpeza de terrenos pode provocar incêndios difíceis de controlar, sobretudo quando há vento e grande quantidade de material vegetal seco.</p>
<p>O O Fato News já mostrou como <a href="https://ofato.news/incendio-em-loteamento-provoca-fumaca-sobre-joao-monlevade-e-aumenta-preocupacao-com-doencas-respiratorias/">outro incêndio em loteamento de João Monlevade espalhou fumaça e ampliou a preocupação com doenças respiratórias</a>.</p>
<h2>Uma ocorrência que ultrapassa a questão ambiental</h2>
<p>O incêndio do Loanda também mostra que uma queimada em área de vegetação pode rapidamente deixar de representar apenas um problema ambiental.</p>
<p>Nesse caso, o fogo ameaçou uma escola, aproximou-se de estruturas de comunicação e exigiu proteção de áreas próximas a outras edificações. Além disso, aproximadamente 30 pessoas e oito veículos de diferentes instituições precisaram atuar na ocorrência.</p>
<p>Portanto, incêndios desse tipo envolvem simultaneamente <strong>meio ambiente, segurança pública, saúde, patrimônio e capacidade de resposta do município</strong>.</p>
<p>A atuação conjunta do Corpo de Bombeiros, da Brigada Florestal Voluntária e dos brigadistas da ArcelorMittal foi decisiva para impedir que as chamas alcançassem pontos considerados sensíveis.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a dimensão da operação levanta uma questão que merece acompanhamento: <strong>quantos incêndios em vegetação João Monlevade já registrou durante a estiagem de 2026?</strong></p>
<h2>Quantos incêndios João Monlevade já registrou em 2026?</h2>
<p>Essa é a principal pergunta que fica depois da ocorrência no Loanda. Um incêndio que consome aproximadamente 25 hectares, mobiliza cerca de 30 combatentes e ameaça edificações não deve ser analisado apenas como um episódio isolado.</p>
<p>É necessário saber se ocorrências semelhantes estão aumentando. Por isso, o O Fato News buscará levantar o número de incêndios em vegetação registrados em João Monlevade em <strong>2026</strong> e comparar os dados com o mesmo período de <strong>2025</strong>.</p>
<p>A comparação poderá mostrar se a cidade enfrenta uma temporada mais severa de queimadas e quais bairros ou regiões apresentam maior concentração de ocorrências.</p>
<p>Também será importante identificar as causas mais frequentes dos incêndios. Afinal, conhecer a origem das ocorrências permite direcionar melhor as ações de prevenção.</p>
<h2>Prevenção ganha importância durante a estiagem</h2>
<p>O incêndio desta quinta-feira deixa outro alerta para João Monlevade.</p>
<p>Em áreas urbanas cercadas por vegetação, um foco aparentemente pequeno pode avançar rapidamente e alcançar residências, escolas, empresas, redes elétricas e outros equipamentos.</p>
<p>Por isso, terrenos com vegetação alta ou grande quantidade de material seco exigem atenção especial durante o período de estiagem.</p>
<p>Além disso, qualquer foco de incêndio deve ser comunicado rapidamente aos órgãos responsáveis. Quanto menor o tempo entre o início das chamas e o começo do combate, maiores são as possibilidades de impedir que o fogo alcance grandes proporções.</p>
<p>No Loanda, a extensão da área atingida mostra justamente a velocidade com que uma ocorrência pode se transformar em uma operação complexa.</p>
<h2>Perguntas que ainda precisam ser respondidas</h2>
<ul>
<li>O que provocou o incêndio?</li>
<li>A área total queimada permanecerá estimada em aproximadamente 25 hectares após a avaliação definitiva?</li>
<li>Quantos incêndios em vegetação João Monlevade registrou em 2026?</li>
<li>O número aumentou em comparação com 2025?</li>
<li>Quais regiões da cidade concentram mais ocorrências?</li>
<li>Qual é atualmente a estrutura disponível para combater incêndios florestais no município?</li>
</ul>
<p>Responder a essas perguntas permitirá transformar o episódio do Loanda em um diagnóstico mais amplo sobre o risco de incêndios durante o período seco em João Monlevade.</p>
<h2>O incêndio terminou, mas o alerta permanece</h2>
<p>Às 21h de quinta-feira, depois de aproximadamente nove horas de trabalho, as equipes encerraram a ocorrência. Não havia focos remanescentes nem sinais de reignição, e nenhuma vítima havia sido registrada.</p>
<p>O saldo ambiental, entretanto, foi expressivo: aproximadamente <strong>25 hectares de vegetação queimados</strong>.</p>
<p>Além disso, a proximidade das chamas com uma escola mostrou que incêndios em vegetação podem rapidamente ameaçar pessoas e estruturas urbanas.</p>
<p>Agora, a ocorrência abre uma segunda frente de reportagem. O próximo passo será descobrir <strong>quantos incêndios João Monlevade já enfrentou em 2026, onde eles estão ocorrendo e se a temporada de queimadas está mais grave do que a registrada no ano passado</strong>.</p>
<p>Essa comparação poderá mostrar se o incêndio do Loanda foi um episódio excepcional ou parte de um problema ambiental que está crescendo no município.</p>
<h2>Leia também</h2>
<ul>
<li><a href="https://ofato.news/incendio-em-loteamento-provoca-fumaca-sobre-joao-monlevade-e-aumenta-preocupacao-com-doencas-respiratorias/"><strong>Incêndio em loteamento provoca fumaça sobre João Monlevade e aumenta preocupação com doenças respiratórias</strong></a></li>
<li><a href="https://ofato.news/cidade-em-chamas-fogo-em-lotes-vagos-trazem-danos-ambientais-e-problemas-respiratorios-para-criancas-2/"><strong>Cidade em chamas — fogo em lotes vagos traz danos ambientais e problemas respiratórios para crianças</strong></a></li>
<li><a href="https://ofato.news/hospital-margarida-enfrenta-alta-demanda-no-pronto-socorro-e-reforca-estrutura-para-manter-atendimento-regional/"><strong>Hospital Margarida enfrenta alta demanda no Pronto-Socorro e reforça estrutura para manter atendimento regional</strong></a></li>
<li><a href="https://ofato.news/radar-nas-redes-manha-obras-da-br-381-revitalizacao-da-avenida-wilson-alvarenga-e-investimentos-em-saude-lideram-as-conversas-desta-sexta-feira-em-joao-monlevade/"><strong>Radar nas Redes — estiagem mantém alerta para o abastecimento de água em João Monlevade</strong></a></li>
<li><a href="https://ofato.news/polo-da-bioeconomia-do-medio-piracicaba-avanca-na-almg-e-pode-impulsionar-nova-fase-de-desenvolvimento-regional/"><strong>Polo da Bioeconomia do Médio Piracicaba avança na ALMG</strong></a></li>
</ul>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/incendio-loanda-joao-monlevade-30-combatentes/">Incêndio de grandes proporções atinge Loanda, ameaça escola e mobiliza cerca de 30 combatentes em João Monlevade</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aluna da Escola de Música Daniel Bahia e do CEMEI Louis Ensch lança livro infantil sobre cuidado com o meio ambiente</title>
		<link>https://ofato.news/aluna-do-cemei-louis-ensch-lanca-livro-infantil-sobre-cuidado-com-o-meio-ambiente/</link>
					<comments>https://ofato.news/aluna-do-cemei-louis-ensch-lanca-livro-infantil-sobre-cuidado-com-o-meio-ambiente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 22:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João Monlevade (MG) – A sensibilidade ambiental, a imaginação infantil e o estímulo à arte desde cedo ganham destaque com o lançamento do livro “Aninha e os Amigos do Paraíba: Lições de Amizade e Coragem”, uma obra que articula literatura, arte e educação ambiental a partir do olhar da pequena Ana de Castro Almeida, de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/aluna-do-cemei-louis-ensch-lanca-livro-infantil-sobre-cuidado-com-o-meio-ambiente/">Aluna da Escola de Música Daniel Bahia e do CEMEI Louis Ensch lança livro infantil sobre cuidado com o meio ambiente</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Monlevade (MG)</strong> – A sensibilidade ambiental, a imaginação infantil e o estímulo à arte desde cedo ganham destaque com o lançamento do livro <strong>“Aninha e os Amigos do Paraíba: Lições de Amizade e Coragem”</strong>, uma obra que articula literatura, arte e educação ambiental a partir do olhar da pequena <strong>Ana de Castro Almeida</strong>, de apenas cinco anos. Ana se apresenta como um exemplo de como a educação infantil, quando integrada à cultura e às práticas artísticas, pode gerar experiências significativas e transformadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aluna do <strong>programa de musicalização infantil</strong> &#8220;7 Pedrinhas Musicais&#8221; e estudante do <strong>CEMEI Louis Ensch</strong>, Centro Municipal de Educação Infantil localizado no bairro José Eloi e referência na rede municipal de ensino, Ana é também autora da história que dá origem ao livro. A publicação que  já está em pré-venda no formato eBooks Kindle na Amazon. Link: &lt;<a href="https://amzn.to/44EYv1r">https://amzn.to/44EYv1r</a>>, será lançada em parceria com seu tio, o professor, psicólogo e produtor cultural <strong>Elizeu Antônio de Assis</strong>, responsável pelo texto literário, enquanto as pinturas da própria Ana servem de inspiração para as ilustrações da obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa nasceu a partir de um relato espontâneo de Ana ao tio Elizeu, quando contou sobre uma viagem em família para o Estado da Bahia e sobre sua preocupação com a preservação da natureza. Dessa conversa surgiu a personagem <strong>Aninha</strong>, uma menina curiosa e corajosa que, durante a viagem, vive uma aventura às margens do rio <strong>Pará-îuba</strong> (Paraíba), onde conhece o menino indígena <strong>Araí</strong> e o peixe colorido <strong>Fred</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da história, Aninha e Araí se unem para salvar o peixe, que fica preso em um plástico jogado no rio. A situação se transforma em uma poderosa lição sobre cooperação, coragem, amizade intercultural e respeito ao meio ambiente. Em uma das frases mais marcantes do livro, que também resume sua mensagem central, Aninha afirma:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="970" src="https://ofato.news/wp-content/uploads/2025/12/aninha-1024x970.jpg" alt="" class="wp-image-2714" srcset="https://ofato.news/wp-content/uploads/2025/12/aninha-1024x970.jpg 1024w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2025/12/aninha-300x284.jpg 300w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2025/12/aninha-768x728.jpg 768w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2025/12/aninha-1536x1455.jpg 1536w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2025/12/aninha.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem do Livro Aninha e os Amigos do Paraiba</figcaption></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“O peixe é do mundo inteiro, nada em todas as águas.”</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Além da narrativa sensível e acessível ao público infantil, o livro valoriza a cultura indígena, apresentando um pequeno glossário com palavras dda lingua dos povos originários e destacando saberes tradicionais. As ilustrações são inspiradas na obra <strong>“O Peixe”</strong>, pintura de autoria da própria Ana de Castro Almeida, reforçando o protagonismo da criança não apenas como personagem, mas como artista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com ISBN nº <strong>978-65-989847-4-8</strong>, a obra será lançada em <strong>2026</strong>, em João Monlevade/MG e João Pessoa/PB, e promete dialogar com escolas, famílias e educadores interessados em trabalhar temas como educação ambiental, diversidade cultural e formação de valores desde a primeira infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento oficial será divulgado em breve. Até lá, fica o convite: <strong>aguardem</strong> uma história que mostra que grandes lições podem nascer de pequenos gestos — e de grandes imaginações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro já está em pré-venda no formato eBooks Kindle na Amazon. Link: &lt;<a href="https://amzn.to/44EYv1r">https://amzn.to/44EYv1r</a>&gt;</p>
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		<title>Natal Decreta Situação de Emergência em Ponta Negra devido ao Avanço do Mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 20:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Natal, através do prefeito Álvaro Dias (Republicanos), decretou estado de emergência em Ponta Negra em resposta aos sérios problemas causados pelo avanço do mar. O fenômeno tem intensificado a erosão no Morro do Careca, um dos principais cartões-postais da cidade, e destruído dissipadores de drenagem nas áreas próximas a hotéis. O decreto, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Natal, através do prefeito Álvaro Dias (Republicanos), decretou estado de emergência em Ponta Negra em resposta aos sérios problemas causados pelo avanço do mar. O fenômeno tem intensificado a erosão no Morro do Careca, um dos principais cartões-postais da cidade, e destruído dissipadores de drenagem nas áreas próximas a hotéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto, emitido na última sexta-feira (20), tem como objetivo implementar medidas urgentes para conter o avanço do mar e proteger as estruturas urbanas e a orla de Ponta Negra. As obras de engorda da praia, que estavam paradas há duas semanas, são uma prioridade para a administração municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira (19), o avanço do mar já havia causado danos nas barracas da praia de Redinha Nova, em Extremoz, na Grande Natal. A Defesa Civil de Natal alertou para a gravidade da situação, especialmente em relação ao Morro do Careca, onde o processo erosivo se agravou consideravelmente, formando voçorocas e aumentando o risco de desabamentos em áreas frequentadas por pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em reunião do comitê de crise para desastres naturais, o prefeito destacou a necessidade de um planejamento estratégico para a interdição da área afetada, identificação do tipo de barreira a ser utilizada e avaliação dos danos aos equipamentos turísticos e à população local. A coordenadora da Defesa Civil Municipal, Fernanda Jucá, enfatizou a preocupação com a situação atual e a importância da vigilância constante na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As autoridades estão comprometidas em monitorar a área e garantir a segurança dos frequentadores, que continuam a se arriscar em locais próximos ao Morro do Careca, apesar da interdição. A situação reflete os desafios enfrentados pelas cidades costeiras diante das mudanças climáticas e dos fenômenos naturais, exigindo ações rápidas e eficazes para proteger o patrimônio natural e a segurança dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia tambem: &lt;https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2024-09-22/natal-praias-interditadas-emergencia-avanco-do-mar.html></p>



<p class="wp-block-paragraph">&lt;<a href="https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2024/09/20/natal-decreta-situacao-de-emergencia-por-problemas-causados-pelo-avanco-da-mare-em-ponta-negra.ghtml">https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2024/09/20/natal-decreta-situacao-de-emergencia-por-problemas-causados-pelo-avanco-da-mare-em-ponta-negra.ghtml</a>></p>



<p class="wp-block-paragraph">&lt;https://tribunadonorte.com.br/natal/natal-decreta-situacao-de-emergencia-em-ponta-negra-por-avanco-da-mare/></p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/natal-decreta-situacao-de-emergencia-em-ponta-negra-devido-ao-avanco-do-mar/">Natal Decreta Situação de Emergência em Ponta Negra devido ao Avanço do Mar</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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		<title>João Monlevade pode ter fortes chuvas em breve após quase 5 meses de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 11:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João Monlevade, em Minas Gerais, está passando por um período de seca que já dura quase cinco meses, totalizando 151 dias sem chuva. A última precipitação registrada na cidade foi no dia 18 de abril, segundo dados da Defesa Civil. Mas isso pode mudar em breve: o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas fortes [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">João Monlevade, em Minas Gerais, está passando por um período de seca que já dura quase cinco meses, totalizando 151 dias sem chuva. A última precipitação registrada na cidade foi no dia 18 de abril, segundo dados da Defesa Civil. Mas isso pode mudar em breve: o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas fortes e de longa duração para o dia 2 de outubro, cobrindo toda a região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário das chuvas isoladas que podem ocorrer nesta semana, as previstas para outubro serão mais intensas e duradouras. A umidade relativa do ar, que atualmente está entre 12% e 20%, poderá subir para 40% nos próximos dias, com a chegada dessas chuvas. O ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é que a umidade fique entre 50% e 60% para evitar problemas de saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto da baixa umidade do ar na saúde</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Inmet tem emitido alertas sobre a baixa umidade do ar, que pode causar vários problemas de saúde, como ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz. Além disso, a fumaça das queimadas e o pólen das flores, comum com a chegada da primavera (no dia 21 de setembro), aumentam as chances de crises alérgicas, especialmente em crianças e idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais sintomas relacionados ao tempo seco:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ardência nos olhos (que pode ser confundida com conjuntivite);</li>



<li>Dificuldade respiratória e tosse;</li>



<li>Secreção espessa;</li>



<li>Falta de ar e dor no peito;</li>



<li>Coceira no corpo, especialmente no nariz.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados com crianças e idosos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis durante períodos de baixa umidade. As crianças podem desidratar rapidamente, apresentando febre e vômitos, e os idosos podem ficar confusos e sonolentos por falta de hidratação. Como esses grupos não sentem sede com a mesma intensidade que os adultos, é fundamental incentivá-los a beber água com frequência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dicas para enfrentar o tempo seco</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas medidas simples podem ajudar a aliviar os sintomas e prevenir problemas de saúde:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantenha-se hidratado ao longo do dia;</li>



<li>Prefira alimentos leves e frescos, como saladas e frutas;</li>



<li>Evite exposição ao sol entre 10h e 17h;</li>



<li>Durma em ambientes arejados e umedecidos, usando umidificadores ou colocando uma bacia com água no quarto;</li>



<li>Evite banhos muito quentes, que podem ressecar ainda mais a pele, e use hidratante;</li>



<li>Caso tenha problemas respiratórios, procure um médico.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, evite provocar queimadas em lotes vagos ou áreas florestais. Se avistar um incêndio, entre em contato com o Corpo de Bombeiros (193), Defesa Civil (199) ou Polícia Militar (190).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essas orientações, a população pode enfrentar de forma mais tranquila o tempo seco, enquanto aguardamos a chegada das tão esperadas chuvas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também &lt;https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2023/11/17/temporal-atinge-joao-monlevade-e-causa-estragos.ghtml></p>



<p class="wp-block-paragraph">&lt;https://portal.inmet.gov.br/></p>
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		<title>Baleias ameaçadas de extinção estão sendo assassinadas por um multimilionário &#8211; muitas delas ainda grávidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 15:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há alguns dias, a Islândia concedeu ao milionário caçador de baleias, Kristján Loftsson, uma licença para assassinar 128 baleias vulneráveis. As baleias-fin são impressionantes. Elas se comunicam por música, sentem amor e podem sofrer profundamente.&#160;Loftsson geralmente mata baleias grávidas, e um estudo descobriu que essas grandiosas criaturas&#160;podem levar até duas horas para morrer depois de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Há alguns dias, a Islândia concedeu ao milionário caçador de baleias, Kristján Loftsson, uma licença para assassinar 128 baleias vulneráveis. As baleias-fin são impressionantes. Elas se comunicam por música, sentem amor e podem sofrer profundamente.&nbsp;<strong>Loftsson geralmente mata baleias grávidas</strong>, e um estudo descobriu que essas grandiosas criaturas&nbsp;<strong>podem levar até duas horas para morrer depois de serem atingidas por um arpão. </strong>Ainda podemos acabar com essa crueldade e proteger o segundo maior mamífero da Terra, de uma vez por todas, se ajudarmos a&nbsp;<strong>mudar a lei e fazer com que essa seja a última licença que a Islândia emitirá. </strong>O governo islandês está sob pressão.&nbsp;<strong>A ministra da Pesca e da Alimentação admitiu que não concorda com a caça às baleias</strong>, mas afirma que a lei a obrigou a conceder a licença. Enquanto isso, corajosos parlamentares tentam revogar essa lei. Podemos ajudar, como já fizemos antes:&nbsp;<strong>vamos transformar toda essa situação em um pesadelo de relações públicas</strong>&nbsp;para o governo islandês e reunir&nbsp;<strong>2 milhões de pessoas para tirar baleeiros como Kristján Loftsson do mercado para sempre.</strong>&nbsp;O tempo está acabando &#8212; coloque seu nome e compartilhe com todos e todas que você conhece!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://secure.avaaz.org/campaign/po/iceland_whaling_al_po/?bzTvYab&amp;v=159508&amp;cl=21525400374&amp;_checksum=2fbdf1600519c32805b9a9d75200d2099cc5792a47e40f94a1e2386ae0824505" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Islândia: acabe com as licenças para caça de baleias</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cientistas descobriram&nbsp;<strong>células no cérebro das baleias que processam emoções complexas</strong>,&nbsp;<strong>como amor e tristeza.</strong>&nbsp;Acreditava-se que essas células existiam apenas em humanos e alguns macacos, mas as baleias têm até três vezes mais delas do que nós! <strong>Loftsson disse que talvez não tenha tempo para organizar o abate desses amáveis gigantes nesta temporada.</strong>&nbsp;Mas é provável que ele não pare. Há alguns anos, turistas ficaram chocados ao ver um dos navios de Loftsson flutuando em uma água ensanguentada e com uma carcaça à bordo. &#8220;É só pedir para eles olharem para outro lugar. Eles podem simplesmente virar o rosto&#8221;, disse ele.&nbsp;<strong>Vamos mostrar a ele que continuaremos de olho até que a caça às baleias acabe de vez. </strong>A temporada de caça está aberta, Loftsson tem uma licença e, a qualquer momento, ele pode decidir começar uma matança.<strong>&nbsp;Por isso, precisamos agir rapidamente para impedi-lo &#8211; agora e para sempre! Coloque o seu nome e compartilhe em todo canto.</strong>&nbsp;Quando formos muitos, a Avaaz entregará nosso apelo diretamente aos principais tomadores de decisão em Reykjavik!<br><br><a href="https://secure.avaaz.org/campaign/po/iceland_whaling_al_po/?bzTvYab&amp;v=159508&amp;cl=21525400374&amp;_checksum=2fbdf1600519c32805b9a9d75200d2099cc5792a47e40f94a1e2386ae0824505" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Islândia: acabe com as licenças para caça de baleias</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das primeiras campanhas da Avaaz foi pelo fim da caça cruel às baleias. Desde então, nossa comunidade se uniu várias vezes, denunciando governos que permitem a morte dessas criaturas incríveis, convencendo portos a não deixarem os baleeiros atracarem e conquistando proteções importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nate, Antonia, Mo, John, Huiting, João e todo o time da Avaaz</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais informações:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2023/09/01/caca-de-baleias-na-islandia-e-social-e-economicamente-injustificavel-dizem-ongs-apos-liberacao.htm#:~:text=Ap%C3%B3s%20suspens%C3%A3o%20de%20dois%20meses,suspensa%20no%20final%20de%20junho." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caça de baleias na Islândia é social e economicamente injustificável, dizem ONGs após liberação</a> (UOL)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://oglobo.globo.com/mundo/epoca/noticia/2024/06/11/islandia-autoriza-abertura-de-temporada-de-caca-as-baleias-entenda-medida.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Islândia autoriza abertura de temporada de caça às baleias; entenda medida</a> (O Globo)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.theguardian.com/environment/2023/may/08/whales-take-up-to-two-hours-to-die-after-being-harpooned-icelandic-report-finds" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baleias levam até duas horas para morrer após serem arpoadas, segundo relatório islandês</a>&nbsp;(The Guardian, em inglês)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://umsoplaneta.globo.com/biodiversidade/noticia/2022/12/16/baleias-podem-ter-papel-importante-no-combate-a-crise-climatica-dizem-pesquisadores.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baleias podem ter papel importante no combate à crise climática, dizem pesquisadores</a>&nbsp;(Um Só Planeta)</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/baleias-ameacadas-de-extincao-estao-sendo-assassinadas-por-um-multimilionario-muitas-delas-ainda-gravidas/">Baleias ameaçadas de extinção estão sendo assassinadas por um multimilionário &#8211; muitas delas ainda grávidas</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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		<title>É Pedra, É Plastico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 20:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobrem que o lixo plástico está formando rochas na costa brasileira – e, de tão integrado à natureza, impacta até a formação de corais</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ofato.news/e-pedra-e-plastico/">É Pedra, É Plastico</a> aparece primeiro em <a href="https://ofato.news">O Fato News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Pesquisadores descobrem que o lixo plástico está formando rochas na costa brasileira – e, de tão integrado à natureza, impacta até a formação de corais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">localizada a mil km da costa de Vitória, no Espírito Santo, a Ilha da Trindade abrigou a pesquisadora e geóloga Fernanda Avelar Santos, de 30 anos, durante setenta dias em 2019. Ela escolheu esse local para conduzir uma pesquisa, que será usada em sua tese de doutorado, sobre o impacto de processos geológicos no meio ambiente e na vida humana. Diariamente, aproveitando a beleza daquela ilha isolada no meio do Atlântico, Santos interrompia o trabalho acadêmico para passear nas praias desertas e contemplar o mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não demorou muito tempo para estranhar a quantidade de lixo que se acumulava nas areias e nas pedras. Trindade é o território oceânico mais remoto do Brasil. A ilha é ocupada por não mais do que quarenta pessoas, na maioria militares e pesquisadores que descartam corretamente o lixo que produzem. A sujeira, portanto, só poderia vir do mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instigada, Santos passou a olhar com mais atenção para o lixo que aparecia na orla. Certo dia, em uma de suas caminhadas, se deparou com um afloramento de aproximadamente 12 m² que cobria a superfície de várias rochas numa área conhecida como Parcel das Tartarugas, próxima aos ninhos de tartarugas-verde e de recifes. Ela sacou seu martelo e bateu numa das pedras até tirar uma amostra daquilo que, segundo ela, parecia um conglomerado – um tipo de rocha sedimentar comum em praias do mundo todo. A diferença é que essa tinha uma coloração verde. “Será que é plástico?”, ela se perguntou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como estava sem internet na ilha – cortesia de um corte de gastos do governo federal no programa que leva conectividade a locais remotos –, Santos teve de esperar chegar ao continente para descobrir. Levou a amostra de rocha até a Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde cursa o doutorado, e, após submetê-la à análise dos laboratórios de geologia e de química, confirmou: aquelas pedras eram realmente formadas por plástico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A descoberta resultou em um&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0025326X22007135?dgcid=author#!">artigo publicado no&nbsp;<em>Marine Pollution Bulletin</em>, um dos periódicos internacionais mais respeitados nos estudos de poluição marinha</a>, publicado pela editora Elsevier. O artigo é assinado por Santos e outros oito pesquisadores da UFPR, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade de São Paulo (USP). Na análise, eles mostram que a formação rochosa encontrada por Santos – a primeira desse tipo a ser descrita cientificamente na América do Sul – resultou da interação de plástico e fragmentos de rochas e sedimentos. É o que os cientistas convencionaram chamar de plastiglomerado. Mas houve uma descoberta mais importante do que essa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar as amostras colhidas na Ilha da Trindade, Santos e seu colegas identificaram – e batizaram – um novo tipo de rocha plástica: a plastistone. Até então, a literatura científica conhecia apenas dois tipos de pedras formadas por plástico. O primeiro deles, o plastiglomerado, foi&nbsp;<a href="https://www.geosociety.org/gsatoday/archive/24/6/pdf/i1052-5173-24-6-4.pdf">observado pela primeira vez em 2014</a>, nas praias de Kamilo, no Havaí. É formado por uma mistura de fragmentos de rochas, sedimentos, areia e conchas – tudo aglutinado pelo plástico derretido. O segundo tipo é o piroplástico,&nbsp;<a href="https://cppccornwall.org.uk/wp-content/uploads/2020/01/Turner-et-al.-2019-pyroplastics.pdf">descrito cientificamente pela primeira vez em 2019</a>, em praias do sudoeste da Inglaterra. Trata-se, nesse caso, de fragmentos menores de outros tipos de rochas plásticas que sofreram erosão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As plastistones, por sua vez, são rochas compactas, homogêneas e formadas quase inteiramente por plásticos, com poucos sedimentos soltos. A grande novidade da pesquisa de Santos foi não apenas ter descoberto essa nova categoria, mas ter encontrado os três tipos de rochas plásticas numa mesma praia. Para os geólogos, é uma informação importante. “Isso significa que os três tipos são correlacionáveis. Eles podem ser formados no mesmo ambiente, ainda que se comportando de formas diferentes”, explica Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As rochas plásticas, até então, haviam sido descritas só no Hemisfério Norte. Os achados em Trindade contribuem para uma visão globalizada do processo de poluição dos oceanos. “Todos os outros estudos desse tipo foram feitos em praias de fácil acesso para pessoas e, consequentemente, para o lixo. Essa é a primeira vez que rochas assim são encontradas num local tão distante”, afirma Giovana Rebelo Diório, mestranda do Laboratório de Análise de Bacias da UFPR e uma das pesquisadoras que assina o artigo com Santos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/03/image-1024x690.png" alt="" class="wp-image-1693" width="840" height="566" srcset="https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/03/image-1024x690.png 1024w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/03/image-300x202.png 300w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/03/image-768x518.png 768w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/03/image.png 1344w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /><figcaption class="wp-element-caption">Algumas das rochas plásticas que Santos encontrou na Ilha da Trindade — Foto: Fernanda Avelar Santos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Objetos plásticos já foram encontrados em praias, ilhas remotas, montanhas, regiões polares e até nas profundezas oceânicas. Mas só agora estão sendo identificados como parte estrutural do planeta, graças ao ser humano. “Esse tipo de material começou a interagir na composição da terra, no ciclo geológico. A ação humana está começando a ficar registrada no ciclo sedimentar da terra”, comenta Santos. Isso significa que, no futuro, os geólogos poderão encontrar rochas compostas por lixo. “É um material que nunca existiu na história natural da terra e que a gente produziu e espalhou”, diz Giovana Diório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O geólogo marinho Gerson Fernandino, da UFRGS, colaborou com o artigo encabeçado por Santos. Ele estuda desde 2019 o impacto do ser humano na formação de rochas. Em conjunto com outros cientistas, mostrou como sedimentos das praias&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0025326X20301624">estavam incorporando materiais como tampinhas de garrafa de metal</a>, pregos de navios e brincos plásticos. Esse novo tipo de rocha, formado por materiais diversos, foi batizado de antropoquina. Nesse caso, os cientistas notaram que os sedimentos de areia e conchas se aglutinavam com os fragmentos de plástico e metais por meio de reações químicas. No caso da descoberta da Ilha da Trindade, o plástico derretido era o elemento que unia todos os fragmentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os achados da pesquisa brasileira situam o homem como um agente geológico ativo em um processo que, até então, era considerado natural e alheio à humanidade: a formação de rochas. É uma mudança importante de paradigma – e também impressionante, considerando que materiais plásticos produzidos em larga escala só começaram a se disseminar nos últimos setenta anos. Santos dimensiona isso da seguinte forma: “Se a origem da Terra fosse no dia 1º de janeiro e nós estivéssemos hoje em 31 de dezembro, esses anos do plástico seriam equivalentes ao último segundo do ano, apenas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2022, um grupo de trabalho com cientistas do mundo todo&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/12/cientistas-dao-novo-passo-para-declarar-o-antropoceno-a-era-dos-humanos.shtml">defendeu a ideia de que a Terra já entrou num novo intervalo de tempo geológico</a>, o Antropoceno – que significa a “época dos humanos”. O consenso da comunidade científica, há muitas décadas, ainda é de que vivemos o Holoceno, era geológica que começou com o término da última grande era glacial, quase 12 mil anos atrás. Mas esse consenso tem sido posto a prova, à medida que mais e mais estudos demonstram a ocorrência de mudanças planetárias induzidas pela atividade humana, como o aquecimento global e a proliferação de lixo plástico e concreto pelo mundo todo. “Essas amostras de incorporação do plástico com o ciclo geológico reforçam a ideia desses cientistas e trazem mais uma evidência de que o ser humano tem, sim, modificado o planeta em grande escala”, argumenta Fernandino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos geológicos causados pelos humanos já são sentidos hoje por animais marinhos. Plastiglomerados e platistones sofrem erosão e geram piroclásticos, que são menores e se acumulam nas praias – “inclusive no fundo de ninhos de tartaruga, já que muitos desses piroclásticos são leves”, explica Santos. “Esses pedacinhos continuam se erodindo até virarem microplásticos.” Os recifes de corais da Ilha da Trindade, onde a pesquisadora fez a descoberta, também começam a se adaptar à nova realidade. “Na última visita, vimos corais usando o plástico derretido como substrato para fixação. Coletamos amostras e isso vai fazer parte da próxima etapa da pesquisa”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santos, Diório e Fernandino pretendem continuar investigando a interferência humana na formação de rochas, usando a Ilha da Trindade como campo de estudo. Para chegar lá, é preciso ir até o Rio de Janeiro e pegar carona em um navio da Marinha. É uma viagem de cinco dias no mar. O tempo de estadia para estudos assim costuma ser de cerca de dois meses. “Mas sempre volto [<em>para o continente</em>] muito triste, querendo ficar mais na ilha”, diz Santos. Seu colega Fernandino acredita que o assunto ainda vá consumir anos de estudo. “Esses tipos de novas rochas vão se tornar cada vez mais comuns. Não são ocorrências pontuais e não são exclusivas de determinados locais do planeta”, afirma.</p>
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		<title>Operação destrói avião, trator e apreende combustível de garimpeiros no território Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 00:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na ação, o órgão ainda apreendeu duas armas e três barcos com cerca de 5 mil litros de combustível. Em operação de combate ao garimpo na Terra Indígena (TI) Yanomami, a força-tarefa do governo federal destruiu&#160;um avião, um trator de esteira e estruturas usadas pelos garimpeiros&#160;no apoio logístico da atividade na manhã desta quarta-feira (8). [&#8230;]</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Na ação, o órgão ainda apreendeu duas armas e três barcos com cerca de 5 mil litros de combustível.</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em operação de combate ao garimpo na Terra Indígena (TI) Yanomami, a força-tarefa do governo federal destruiu&nbsp;um avião, um trator de esteira e estruturas usadas pelos garimpeiros&nbsp;no apoio logístico da atividade na manhã desta quarta-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, iniciada na segunda-feira (6), o órgão ainda apreendeu duas armas e&nbsp;três barcos com cerca de 5 mil litros de combustível.&nbsp;Nas embarcações, havia&nbsp;cerca de uma tonelada de alimentos, freezers, geradores e antenas de internet&nbsp;que seriam levadas para os acampamentos garimpeiros. Não foi informado se há presos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação é realizada em conjunto pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e pela Força Nacional de Segurança Pública. O principal objetivo da ação é&nbsp;interromper o fluxo de suprimentos para o garimpo e o escoamento do minério extraído ilegalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação faz parte da ofensiva iniciada em 20 de janeiro, quando o governo federal decretou emergência de saúde pública para atender indígenas da etnia Yanomami. Maior território indígena do país, a Terra Yanomami enfrenta uma&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2023/01/24/raio-x-conheca-a-terra-yanomami-maior-reserva-indigena-do-brasil-em-emergencia-por-casos-de-desnutricao-e-malaria.ghtml">crise humanitária e sanitária</a>&nbsp;sem precedentes. Indígenas, entre crianças e adultos, enfrentam quadro severos de desnutrição e malária.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="668" height="375" src="https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/02/image.png" alt="" class="wp-image-1681" srcset="https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/02/image.png 668w, https://ofato.news/wp-content/uploads/2023/02/image-300x168.png 300w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /><figcaption class="wp-element-caption">Operação contra garimpo ilegal na Terra Yanomami destrói equipamentos<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que começou a movimentação de repressão ao garimpo ilegal na&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/terra-yanomami">Terra Indígena Yanomami</a>,&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2023/02/04/video-garimpeiros-comecam-a-fugir-da-terra-yanomami-apos-bloqueio-do-espaco-aereo-na-regiao.ghtml">garimpeiros começaram a fugir do território</a>. A estimativa é que ao menos 20 mil garimpeiros estejam no território Yanomami, habitado por cerca de 30 mil indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira (8) a<a href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2023/02/08/tropa-de-100-policiais-da-forca-nacional-chegam-a-roraima-para-atuar-na-terra-yanomami.ghtml">&nbsp;Força Nacional mandou 100 homens ao local</a>, para o reforço na segurança. O grupo dá apoio de segurança na base de controle que foi criada no rio Uraricoera para impedir o fluxo de suprimentos para os garimpos. O Ibama também fiscaliza responsáveis pelo comércio irregular de combustível de aviação usado para abastecer as aeronaves dos garimpeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ibama, todos os alimentos e suprimentos apreendidos foram levados para a base da força-tarefa e vão ser usados pelos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Poliana Casemiro, g1 08/02/2023 12h59&nbsp;&nbsp;Atualizado&nbsp;há 4 horas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia Mais:</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2023/01/24/raio-x-conheca-a-terra-yanomami-maior-reserva-indigena-do-brasil-em-emergencia-por-casos-de-desnutricao-e-malaria.ghtml">Raio-X: conheça a Terra Yanomami, maior reserva indígena do Brasil em emergência por casos de desnutrição e malária</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>NOBEL DE FÍSICA RECONHECE AVANÇOS DECISIVOS NA CIÊNCIA DO CLIMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elizeu Assis - Jornalista 0018323/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 20:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;O prêmio Nobel de física de 2021 foi anunciado na última terça-feira (05) para&#160;“contribuições transformadoras no nosso entendimento de sistemas complexos”. E por que isso importa para nossa luta existencial contra a crise climática? Justamente porque um sistema complexo de vital importância para a humanidade é o clima da Terra.&#160;&#160; Metade do prêmio foi dividido [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;O prêmio Nobel de física de 2021 foi anunciado na última terça-feira (05) para&nbsp;<em>“contribuições transformadoras no nosso entendimento de sistemas complexos”</em>. E por que isso importa para nossa luta existencial contra a crise climática? Justamente porque um sistema complexo de vital importância para a humanidade é o clima da Terra.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Metade do prêmio foi dividido entre os físicos meteorologistas Syukuro Manabe, da universidade de Princeton, e Klaus Hasselman, do Max Planck Institute, pela “<em>modelagem física do clima da Terra, quantificando variabilidade e prevendo o aquecimento global</em>” e a outra metade para Georgio Parisi, professor da universidade Sapienza em Roma, pela “<em>descoberta de interações de desordem e flutuações em sistemas físicos das escalas atômica até planetária.</em>”&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, estes três cientistas criaram métodos capazes de descrever e prever sistemas físicos complexos, caracterizados pela aleatoriedade e desordem, ao ponto de demonstrar seu comportamento de longo prazo, entre eles, como a humanidade influencia o clima da Terra no seu comportamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manabe, pioneiro nos anos 1960 dos modelos climáticos que criaram as bases para os que usamos hoje, demonstrou como o aumento de níveis de dióxido de carbono na atmosfera podem levar ao aumento de temperatura na superfície da Terra. Hasselman, mais ou menos 10 anos depois, criou um novo modelo que juntou as dinâmicas do tempo (<em>weather</em>) e clima, explicando como modelos climáticos podem ser confiáveis mesmo que as dinâmicas do tempo (<em>weather</em>) sejam variáveis e caóticas e identificando sinais que permitem reconhecer a marca de fenômenos naturais e atividades humanas no clima, o que avançou ainda mais o trabalho de Manabe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Basicamente, é praticamente impossível imaginar que teríamos as evidências e a demanda por ação referente à crise climática sem o trabalho de vários modeladores, sendo que especialmente desses dois como colocou Ralf Toumi, co-diretor do Grantham Institute no Imperial College London.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Parisi foi ainda mais além, olhando o desafio a partir dos avanços desses outros dois pioneiros seu trabalho identificou padrões escondidos em materiais complexos em desordem chamados vidros giratórios tornando possível entender e descrever vários materiais e fenômenos diferentes e aparentemente completamente aleatórios. Na prática, esse simpático senhor italiano, domou esse campo complicado ao construir um profundo modelo matemático e físico que era tão amplo que acabou por impactar uma faixa tão larga de campos do conhecimento que foi muito além dos espelhos giratórios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia, o trabalho de Parisi nos permitiu entender desde como materiais granulares se adensam, até avanços na neurociência, entendimentos sobre como computar lasers aleatórios, e até nos habilitar a compreender fenômenos emergentes muito além do que ele foi capaz de envisionar na década de 1970 quando ele começou seu trabalho desbravador.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem fundamental do prêmio Nobel de física deste ano é que as descobertas reconhecidas em questão demonstram que nosso conhecimento sobre o clima está apoiado numa fundação científica sólida embasada numa rigorosa análise de observações com altíssimos níveis de precisão ao contrário das pseudo-dúvidas que negacionistas e a indústria do carbono (carvão, gás e petróleo) tentam manter vivas ao custo da nossa sobrevivência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucas vezes a valorização do conhecimento se traduziu de fato em tanto poder de legitimidade para lutar fortalecendo desde o marco histórico que foi o 6o e último Relatório do IPCC- ONU até a pressão por resultados nas decisivas negociações prestes a acontecer na COP26. Perguntado sobre o momento do prêmio e suas consequências, o próprio Parisi declarou:&nbsp;<em>“É claro que para as futuras gerações, nós temos que agir agora de maneira muito rápida.”</em>&nbsp;Dessa maneira amig@s, cabe a todos nós democratizar esse conhecimento, pressionar por mudanças e aplicar esses métodos de modelagem criados por Manabe, Hasselman e Parisi em síntese com outros existentes e em outras escalas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://fervuranoclima.com.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-05-at-18.25.42.jpeg" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://fervuranoclima.com.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-05-at-18.25.16.jpeg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo disso é o&nbsp;<em>Modelo 4D</em>&nbsp;criado em 2014 no Vidigal, Rio de Janeiro, pelo estúdio +D, com financiamento de Harvard e em parceria com o Parque Sitiê, o CRUX Stevens Institute of Technology em NY e com a inspiração de diálogos no LNNANO na Unicamp. Esse modelo na escala do maciço Dois Irmãos consiste de uma maquete digital de todo espaço construído e natural do Vidigal onde foi realizada modelagem de caminhos das águas, erosão e impactos ambientais de várias naturezas com a 4a dimensão Tempo (temporal).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas modelagens foram iterados diferentes cenários futuros e desenvolvidas soluções antecipatórias que previram com cinco anos de antecedência o deslizamento de 2019 na Av. Niemeyer que acabou por fechar a mesma por mais de um ano gerando imensos transtornos para comunidade e cidade mesmo com todos os avisos que fizemos provenientes da ciência e tecnologia às autoridades municipais. Esse modelo e suas iterações só foram capazes de serem desenvolvidos em grande parte pelo trabalho desses três grandes cientistas aliados a outras tecnologias e a inteligência contextual da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos apoiando no ombro de gigantes como Parisi, Manabe e Hasselman e aplicando essa tríade Ciência, Tecnologia e Comunidade poderemos criar soluções e intervenções capazes de se antecipar em relação aos impactos presentes e futuros da Crise Climática, aumentando a resiliência e sustentabilidade das nossas cidades, grids de infraestrutura e ecossistemas por todo mundo nessa que é a luta existencial de nossa geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedro Henrique de Cristo</strong>, Polímata, é professor-visitante de políticas públicas, desenho urbano e arquitetura na Universidad Eafit-Urbam, em Medellín, e na Universidad Diego Portales (UDP), em Santiago. MPP’11 Harvard</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Fervura &lt;https://fervuranoclima.com.br/colunistas/nobel-de-fisica-reconhece-avancos-decisivos-na-ciencia-do-clima/&gt;</p>
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